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 breve resumo de Miquéias

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são vieira



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MensagemAssunto: breve resumo de Miquéias   Qui Ago 19, 2010 5:16 am

Parte 1 (1:1–2:13). Jeová sai de seu templo para punir Samaria por sua idolatria. Fará dela “um montão de ruínas” e “precipitar[á] suas pedras dentro do vale”, ao mesmo tempo esmiuçando totalmente as suas imagens entalhadas. Não haverá cura para ela. Judá também é culpada e sofrerá invasão até o “portão de Jerusalém”. Os que maquinam coisas nocivas estão condenados e se lamentarão: “Positivamente, nós fomos assolados!” — 1:6, 12; 2:4.

 A misericórdia de Jeová é abruptamente focalizada, ao passo que, em nome de Jeová, o profeta declara: “Positivamente ajuntarei Jacó . . . Pô-los-ei em união, como o rebanho no redil, como a grei no meio do seu prado; serão barulhentos com homens.” — 2:12.

 Parte 2 (3:1–5:15). Miquéias continua: “Ouvi, por favor, vós cabeças de Jacó e vós comandantes da casa de Israel.” Faz-se uma fulminante denúncia contra estes “odiadores do que é bom e amantes da maldade” que oprimem o povo. Eles ‘despedaçaram até os seus ossos’. (3:1-3) Incluídos entre eles estão os falsos profetas que não fornecem orientação correta, fazendo com que o povo de Deus ande sem destino. É preciso mais do que mera coragem humana para proclamar esta mensagem! Mas Miquéias declara confiantemente: “Eu mesmo fiquei cheio de poder com o espírito de Jeová, e de justiça e de potência, a fim de contar a Jacó a sua revolta e a Israel o seu pecado.” (3:Cool Sua denúncia contra os governantes culpados de sangue atinge um clímax fulminante: “Seus próprios cabeças julgam apenas por suborno e seus próprios sacerdotes instruem somente por um preço, e seus próprios profetas praticam a adivinhação meramente por dinheiro.” (3:11) Portanto, Sião será arada como um campo e Jerusalém se tornará nada mais do que um montão de ruínas.

 Em outro súbito contraste, a profecia se volta para a “parte final dos dias” para dar uma grandiosa e comovente descrição da restauração da adoração de Jeová no seu monte. (4:1) Muitas nações subirão para aprender os caminhos de Jeová, pois a sua lei e palavra procederão de Sião e de Jerusalém. Não mais aprenderão a guerra, mas cada qual se sentará debaixo da sua videira e de sua figueira. Não sentirão medo. Que os povos sigam cada um a seu próprio deus, mas os verdadeiros adoradores andarão no nome de Jeová, seu Deus, e ele reinará sobre eles para sempre. Primeiro, porém, Sião tem de ir ao exílio em Babilónia. Só quando ela for restaurada é que Jeová pulverizará os inimigos dela.

 Miquéias passa então a predizer que o governante em Israel “cuja origem é desde os tempos primitivos” sairá de Belém Efrata. Ele governará como ‘pastor na força de Jeová’ e será grande, não só em Israel, mas “até os confins da terra”. (5:2, 4) O êxito do invasor assírio será efémero, pois será rechaçado e a sua própria terra ficará desolada. “Os remanescentes de Jacó” serão como “orvalho da parte de Jeová” entre o povo e como leão entre as nações, pela sua coragem. (5:7) Jeová desarraigará a adoração falsa e executará vingança sobre as nações desobedientes.

 Parte 3 (6:1–7:20).
Apresenta-se a seguir uma impressionante cena de tribunal, em forma de diálogo. Jeová tem “uma causa” com Israel, e ele convoca os próprios morros e montanhas para servirem de testemunhas. (6:1) Desafia Israel a depor contra ele, e relembra seus actos justos em favor deles. O que exige Jeová do homem terreno? Não uma grande quantidade de sacrifícios de animais, mas sim ‘que exerça a justiça e ame a benignidade e ande modestamente com o seu Deus’. (6:Cool É exactamente isso o que falta em Israel. Em vez de justiça e bondade há “balança iníqua”, violência, falsidade e insídia. (6:11) Em vez de andarem de modo modesto com Deus, andam nos conselhos iníquos e na adoração de ídolos praticada por Onri e Acabe, que reinaram em Samaria.

 O profeta deplora a decadência moral de seu povo. Ora, até mesmo “o mais reccto deles é pior do que uma sebe de espinhos”. (7:4) Há traição entre amigos íntimos e entre membros de família. Miquéias não fica desalentado. “Ficarei à espreita de Jeová. Mostrarei uma atitude de espera pelo Deus da minha salvação. Meu Deus me ouvirá.” (7:7) Ele alerta os outros a que não se alegrem com a punição de Jeová contra Seu povo, pois a libertação virá. Jeová pastoreará e alimentará seu povo e lhe mostrará “coisas maravilhosas”, deixando as nações atemorizadas. (7:15) Ao encerrar seu livro, Miquéias reflecte o sentido de seu nome por louvar a Jeová por Sua deleitosa benevolência. Sim, ‘quem é Deus como Jeová?’ — 7:18.
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