À Procura da Verdade

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 será mesmo apocalipse?

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são vieira



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MensagemAssunto: será mesmo apocalipse?   será mesmo apocalipse? EmptyQui Set 24, 2009 4:06 pm

Não costuma o ultimo livro ser chamado de Apocalipse? É verdade, mas “revelação” é a tradução em português de a·po·ká·ly·psis no texto grego. Muitas pessoas acham que Apocalipse é sinônimo da destruição mundial por uma guerra nuclear. Numa cidade do Texas, Estados Unidos, onde se fabricou grande número de ogivas nucleares, pessoas de inclinação religiosa diziam: “Nós seremos os primeiros a desaparecer.” Noticiou-se que alguns clérigos naquela região ficaram “convencidos de que o Armagedom não é apenas inevitável, mas também iminente, e que a batalha final entre as forças do bem e do mal, de Deus e de Satanás, ocorrerá como holocausto nuclear”.

Na realidade, porém, o que é um apocalipse? Embora haja dicionários que o definam por usar termos tais como “iminente cataclismo cósmico”, a palavra grega a·po·ká·ly·psis significa basicamente “exposição” ou “exibição”. De modo que o último livro da Bíblia é corretamente intitulado de “Revelação”. Encontramos nele não meras mensagens fatalísticas sobre um fim do mundo, mas a exibição de verdades divinas que devem desenvolver no nosso coração uma radiante esperança e uma inabalável fé.

É verdade que o Armagedom é descrito no último livro da Bíblia como “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. (Revelação 16:14, 16) Mas ela será bem diferente dum holocausto nuclear! Um holocausto assim provavelmente significaria o aniquilamento de toda a vida na Terra. A Palavra de Deus, ao contrário, oferece a feliz garantia de que apenas os opositores iníquos de Deus serão destruídos — por forças sob o controle de Deus. (Salmo 37:9, 10; 145:20) Uma grande multidão de humanos, de todas as nações, sobreviverá ao clímax do julgamento divino no Armagedom. Cristo Jesus os pastoreará e guiará então à vida eterna na Terra paradísica. Não deseja fazer parte deles? Felizmente, Revelação mostra que isso é possível! — Revelação 7:9, 14, 17.
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MensagemAssunto: Re: será mesmo apocalipse?   será mesmo apocalipse? EmptyQui Set 24, 2009 4:08 pm

Que gloriosa conclusão fornece o livro de Revelação para a coleção inspirada dos 66 livros da Bíblia! Nada foi omitido. Não há nada desconexo. Agora vemos claramente o grandioso final, bem como o princípio. A última parte da Bíblia encerra o relato iniciado na primeira parte. Portanto, como Gênesis 1:1 descreveu a criação, por parte de Deus, dos céus e da terra físicos, assim Revelação 21:14 descreve o novo céu e a nova terra, bem como as indizíveis bênçãos que serão trazidas à humanidade, segundo profetizado também em Isaías 65:17, 18; 66:22 e 2 Pedro 3:13. Assim como se disse ao primeiro homem que morreria positivamente se desobedecesse, assim Deus garante positivamente que, para os obedientes, “não haverá mais morte”. (Gên. 2:17; Rev. 21:4) Quando surgiu a Serpente como enganador da humanidade, Deus predisse que se lhe esmagaria a cabeça, e a Revelação mostra como a serpente original, que é o Diabo e Satanás, é finalmente lançada na destruição. (Gên. 3:1-5, 15; Rev. 20:2, 10) Ao passo que o homem desobediente foi afastado da edênica árvore da vida, as árvores simbólicas da vida aparecem “para a cura das nações” da humanidade obediente. (Gên. 3:22-24; Rev. 22:2) Assim como saía um rio do Éden para regar o jardim, assim também um rio simbólico, vitalizador e sustentador da vida, é representado como emanando do trono de Deus. Isto é semelhante à visão anterior de Ezequiel, e também faz lembrar as palavras de Jesus sobre “uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna”. (Gên. 2:10; Rev. 22:1, 2; Eze. 47:1-12; João 4:13, 14) Em contraste com ser expulso da presença de Deus, como o foram o primeiro homem e a primeira mulher, os fiéis vencedores verão o seu rosto. (Gên. 3:24; Rev. 22:4) É, deveras, proveitoso considerar estas visões emocionantes de Revelação!

 Note-se, também, como Revelação liga as profecias relativas à iníqua Babilônia. Isaías havia previsto a queda da Babilônia literal muito antes de acontecer isso, e declarara: “Ela caiu! Babilônia caiu!” (Isa. 21:9) Jeremias também profetizou contra Babilônia. ( 51:6-12) Mas a Revelação fala em símbolo de “Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra”. Ela também precisa ser derrubada, e João vê isto em visão, ao declarar: “Caiu! Caiu Babilônia, a Grande!” (Rev. 17:5; 18:2) Lembra-se da visão de Daniel sobre um reino estabelecido por Deus, que esmiuçará os outros reinos e permanecerá “por tempos indefinidos”? Note como isto se relaciona com a proclamação celestial, em Revelação: “O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.” (Dan. 2:44; Rev. 11:15) E, assim como a visão de Daniel descrevia ‘alguém semelhante a um filho do homem, vindo com as nuvens do céu, para receber um domínio duradouro e dignidade e reino’, da mesma forma Revelação identifica Jesus Cristo como “Governante dos reis da terra”, e como aquele que “vem com as nuvens”, e diz que “todo olho o verá”. (Dan. 7:13, 14; Rev. 1:5, 7) Há certos paralelos que devem ser observados, também, entre os animais das visões de Daniel e as feras de Revelação. (Dan. 7:1-8; Rev. 13:1-3; 17:12) A Revelação provê vasto campo, deveras, para o estudo que fortalece a fé.

 Que maravilhosa visão pormenorizada nos dá Revelação concernente ao Reino de Deus! Focaliza de modo brilhante o que os profetas da antiguidade, Jesus e seus discípulos disseram relativo ao Reino. Temos aqui a visão completa da santificação do nome de Jeová por intermédio do Reino: “Santo, santo, santo é Jeová Deus, o Todo-poderoso.” Ele é digno de “receber a glória, e a honra, e o poder”. Deveras, é aquele que ‘assume o seu grande poder e começa a reinar’ por meio de Cristo. Quão zeloso demonstra ser este filho régio, o “Rei dos reis e Senhor dos senhores”, ao ferir as nações e pisar “o lagar de vinho da ira do furor de Deus, o Todo-poderoso”! Ao chegar ao clímax o grandioso tema bíblico da santificação de Jeová, acentua-se que deve ser santo todo aquele e tudo o que participar nos propósitos do seu Reino. O Cordeiro, Jesus Cristo, que “tem a chave de Davi”, é mencionado como sendo santo, e também o são os anjos do céu. Os que têm parte na primeira ressurreição são chamados ‘felizes e santos’, e acentua-se que “tudo o que não for sagrado, e todo aquele que praticar uma coisa repugnante”, de modo algum entrará na “cidade santa de Jerusalém”. Os que foram comprados pelo sangue do Cordeiro para serem “um reino e sacerdotes para o nosso Deus” têm, deste modo, poderoso encorajamento para manter a santidade perante Jeová. A “grande multidão”, também, precisa ‘lavar as suas vestes e embranquecê-las no sangue do Cordeiro’, para que preste serviço sagrado. — Rev. 4:8, 11; 11:17; 19:15, 16; 3:7; 14:10; 20:6; 21:2, 10, 27; 22:19; 5:9, 10; 7:9, 14, 15.

 A visão deste magnificente e santo Reino de Deus se cristaliza em nossa mente ao notarmos certas características que são trazidas à nossa atenção só no livro de Revelação. Temos aqui a completa visão dos herdeiros do Reino sobre o monte Sião junto com o Cordeiro, os quais cantam um novo cântico que apenas eles podem aprender. É só Revelação que nos informa o número dos comprados da terra para entrarem no Reino — 144.000 — e que este número é selado dentre as simbólicas 12 tribos do Israel espiritual. É só Revelação que mostra que estes ‘sacerdotes e reis’, que participam com Cristo na primeira ressurreição, reinarão também com ele pelos “mil anos”. É só Revelação que nos dá uma visão completa da “cidade santa, Nova Jerusalém”, mostrando a sua glória radiante, tendo a Jeová e ao Cordeiro como seu templo, com seus 12 portões e pedras de alicerce, e os reis que reinam nela para sempre, pela luz eterna que Jeová lança sobre eles. — 14:1, 3; 7:4-8; 20:6; 21:2, 10-14, 22; 22:5.

 Pode-se dizer realmente que esta visão do “novo céu” e da “cidade santa, Nova Jerusalém”, resume tudo o que as Escrituras predisseram, desde os tempos antigos, relativo à Semente do Reino. Abraão aguardava uma semente em quem ‘todas as famílias da terra certamente se abençoariam’ e a “cidade que tem verdadeiros alicerces, cujo construtor e fazedor é Deus”. Agora, na visão de Revelação, esta cidade de bênção nos é claramente identificada como sendo o “novo céu” — um novo governo, o Reino de Deus, composto da Nova Jerusalém (a noiva de Cristo) e seu Noivo. Juntos administrarão um governo justo sobre toda a terra. Jeová promete aos fiéis dentre a humanidade que poderão tornar-se “seus povos” numa condição feliz, sem pecado, sem morte, tal como era usufruída pelo homem no Éden antes da rebelião. E, para dar ênfase, Revelação nos diz duas vezes que Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima”. — Gên. 12:3; 22:15-18; Heb. 11:10; Rev. 7:17; 21:1-4.

 Realmente, que conclusão grandiosa para as Escrituras inspiradas! Quão maravilhosas são estas “coisas que têm de ocorrer em breve”! (Rev. 1:1) O nome de Jeová, “o Deus das expressões inspiradas dos profetas”, é santificado. (22:6) Mostra-se o cumprimento dos escritos proféticos de 16 séculos, e as obras de fé de milhares de anos são recompensadas! A “serpente original” está morta, as suas hostes são destruídas, e não há mais iniqüidade. (12:9) O Reino de Deus domina como “novo céu” para Seu louvor. As bênçãos da terra restaurada, cheia e subjugada segundo o propósito de Jeová, declarado no primeiro capítulo da Bíblia, estendem-se por uma eternidade gloriosa diante da humanidade. (Gên. 1:28) Toda a Escritura se provou deveras “inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça”. Jeová tem-na usado para conduzir os homens de fé plenamente competentes, completamente equipados, a este dia maravilhoso. Agora, pois, é o tempo para estudar estas Escrituras, para fortalecer a sua fé. Obedeça a seus mandamentos, a fim de receber as bênçãos de Deus. Siga-os na vereda reta que conduz à vida eterna. Fazendo assim, poderá também dizer, na confiança segura com que o último livro da Bíblia conclui: “Amém! Vem, Senhor Jesus.” — 2 Tim. 3:16; Rev. 22:20.

 Que incomparável alegria podemos ter agora, aclamando “o reino de nosso Senhor e do seu Cristo”, a Semente, visto que isto traz eterna santificação ao incomparável nome de “Jeová Deus, o Todo-poderoso”! — Rev. 11:15, 17.
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