À Procura da Verdade

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 Breve resumo de Revelação(apocalipse)

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são vieira



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MensagemAssunto: Breve resumo de Revelação(apocalipse)   Sex Ago 20, 2010 5:05 am

A introdução (1:1-9). João explica a Fonte divina e a parte angélica do canal por meio do qual a revelação é dada, e passa a dirigir-se aos das sete congregações no distrito da Ásia. Jesus Cristo fez deles “um reino, sacerdotes para seu Deus e Pai”, Jeová Deus, o Todo-poderoso. João lhes faz lembrar que é compartilhador com eles “na tribulação, e no reino, e na perseverança em companhia de Jesus”, estando exilado em Patmos. — 1:6, 9.

 As mensagens às sete congregações (1:10–3:22). Quando começa a primeira visão, João, por inspiração, encontra-se no dia do Senhor. Uma forte voz, semelhante ao som duma trombeta, ordena-lhe que escreva num rolo aquilo que vê, e o envie às sete congregações, em Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Virando em direcção da voz, João vê “alguém semelhante a um filho de homem” no meio de sete candelabros, tendo sete estrelas na sua mão direita. Este se identifica como “o Primeiro e o Último”, Aquele que estava morto, mas que agora vive para todo o sempre, e que tem as chaves da morte e do Hades. Ele é, portanto, o Jesus Cristo ressuscitado. Explica: “As sete estrelas significam os anjos das sete congregações, e os sete candelabros significam sete congregações.” — 1:13, 17, 20.

 Ordena-se a João que escreva ao anjo da congregação de Éfeso, que, não obstante seu labor, perseverança e recusa de tolerar os homens maus, abandonou o amor que tinha no princípio, e deve arrepender-se e fazer as acções anteriores. À congregação em Esmirna, diz-se que, não obstante a tribulação e a pobreza, é de fato rica e não deve ter medo: “Mostra-te fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida.” A congregação em Pérgamo, morando “onde está o trono de Satanás”, continua a apegar-se ao nome de Cristo, mas tem apóstatas no seu meio, e estes precisam arrepender-se, senão Cristo guerreará com eles com a longa espada de sua boca. Em Tiatira, a congregação tem “amor, e fé, e ministério, e perseverança”, contudo tolera “aquela mulher Jezabel”. Todavia, os fiéis que permanecerem firmes receberão “autoridade sobre as nações”. — 2:10, 13, 19, 20, 26.

 A congregação em Sardes tem a fama de estar viva, mas está morta, porque suas obras não são realizadas plenamente diante de Deus. Não se apagará, porém, do livro da vida o nome dos que vencerem. A congregação em Filadélfia tem guardado a palavra de Cristo, de modo que ele promete guardar a congregação “da hora da prova, que há de vir sobre toda a terra habitada”. Àquele que vencer, Cristo fará coluna no templo de seu Deus. Cristo diz: “Escreverei sobre ele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém . . . e aquele meu novo nome.” Referindo-se a si mesmo como “o princípio da criação de Deus”, Cristo diz à congregação de Laodicéia que não é nem quente nem fria, e será vomitada de sua boca. Embora se jactem de riquezas, os desta congregação são, na realidade, pobres, cegos e estão nus. Precisam de vestes exteriores brancas, e de unguento para os olhos, a fim de enxergarem. Cristo entrará e tomará uma refeição com qualquer pessoa que lhe abrir a porta. Àquele que vencer, Cristo concederá que se sente com ele no seu trono, assim como ele se sentou com seu Pai no Seu trono. — 3:10, 12, 14.

 A visão da santidade e da glória de Jeová (4:1–5:14).
A segunda visão nos leva perante o trono celestial de esplendor de Jeová. A cena é deslumbrante na sua beleza, semelhante a pedras preciosas no brilho. Em volta do trono estão sentados 24 anciãos com coroas. Quatro criaturas viventes atribuem santidade a Jeová, e ele é adorado como sendo digno “de receber a glória, e a honra, e o poder”, por ser o Criador de todas as coisas. — 4:11.

 ‘Aquele que está sentado no trono’ segura um rolo com sete selos. Mas quem é digno de abrir o rolo? Apenas “o Leão que é da tribo de Judá, a raiz de Davi”, o é! Este, que também é “o Cordeiro que foi morto”, recebe o rolo de Jeová. — 5:1, 5, 12.

O Cordeiro abre seis selos do rolo (6:1–7:17). Começa agora a terceira visão. O Cordeiro passa a abrir os selos. Primeiro, sai um cavaleiro montado num cavalo branco, “vencendo e para completar a sua vitória”. Daí, o cavaleiro do cavalo cor de fogo tira a paz da terra, e outro num cavalo preto raciona os cereais. Um cavalo descorado é cavalgado pela Morte, e o Hades o segue de perto. Abre-se o quinto selo, e são vistos os “que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus”, os quais clamam pela vingança de seu sangue. (6:2, 9) Ao se abrir o sexto selo, há um grande terremoto, o sol e a lua escurecem, e os poderosos da terra pedem que os montes caiam sobre eles e os escondam de Jeová e do furor do Cordeiro.

 Depois disto, começa a quarta visão. Quatro anjos são vistos segurando os quatro ventos da terra até que os escravos de Deus sejam selados na testa. O número deles é de 144.000. Depois, João vê uma grande multidão inumerável, de todas as nações, de pé diante de Deus e do Cordeiro, a quem atribuem a salvação, prestando serviço dia e noite, no templo de Deus. O próprio Cordeiro “os pastoreará e os guiará a fontes de águas da vida”. — 7:17.
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MensagemAssunto: Re: Breve resumo de Revelação(apocalipse)   Sex Ago 20, 2010 5:07 am

O sétimo selo é aberto (8:1–12:17). Há silêncio no céu. Daí, são entregues sete trombetas aos sete anjos. Os primeiros seis toques de trombeta constituem a quinta visão.

 Ao passo que soam sucessivamente as três primeiras trombetas, sobrevêm calamidades à terra, ao mar, aos rios e às fontes de águas. Ao soar a quarta trombeta, um terço do sol, da lua e das estrelas escurece. Ao som da quinta trombeta, uma estrela do céu solta uma praga de gafanhotos que atacam os “que não têm o selo de Deus nas suas testas”. Este é “um ai”, e virão ainda mais dois. A sexta trombeta anuncia que quatro anjos foram desatados, que saem para matar. “Duas miríades de miríades” de cavaleiros trazem mais calamidade e matança, mas ainda assim os homens não se arrependem de suas obras más. — 9:4, 12, 16.

 Ao começar a sexta visão, outro anjo forte desce do céu e declara que “nos dias do toque do sétimo anjo . . . o segredo sagrado de Deus, segundo as boas novas”, será levado a término. Dá-se a João um pequeno rolo para que o coma. É “doce como mel” na sua boca, mas torna o seu ventre amargo. (10:7, 9) Duas testemunhas profetizam 1.260 dias vestidas de saco; daí são mortas pela “fera que ascende do abismo”, e seus cadáveres são deixados por três dias e meio “na rua larga da grande cidade”. Os que residem na terra se regozijam por causa delas, mas isto se transforma em terror, quando Deus as ressuscita. Nessa hora há um grande terremoto. “O segundo ai já passou.” — 11:7, 8, 14.

 O sétimo anjo toca então a sua trombeta. Vozes celestes anunciam: “O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo.” Os “vinte e quatro anciãos” adoram a Deus e lhe agradecem, mas as nações ficam furiosas. É o tempo designado de Deus para julgar os mortos e recompensar seus santos, e “para arruinar os que arruínam a terra”. Abre-se o santuário do seu templo, e vê-se nele a arca do seu pacto. — 11:15, 16, 18.

 Após o anúncio do estabelecimento do Reino, a sétima visão mostra imediatamente “um grande sinal” no céu. É uma mulher que dá à luz “um filho, um varão, que há de pastorear todas as nações com vara de ferro”. “Um grande dragão cor de fogo” está pronto para devorar o filho, mas este é arrebatado para o trono de Deus. Miguel guerreia contra o dragão, e lança para a terra “a serpente original, o chamado Diabo e Satanás”. “Ai da terra”! O dragão persegue a mulher, e sai a fazer guerra contra os remanescentes da semente dela. — 12:1, 3, 5, 9, 12; 8:13.

 A fera que sobe do mar (13:1-18). A oitava visão mostra uma fera de sete cabeças e dez chifres, que sobe do mar. Obtém o seu poder do dragão. Uma de suas cabeças estava como que mortalmente ferida, mas sarou, e toda a terra admirava a fera. Esta profere blasfémias contra Deus e trava guerra contra os santos. Mas, eis que João vê outra fera, esta sobe da terra. Tem dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, mas começa a falar como um dragão. Desencaminha os habitantes da terra, e lhes ordena que façam uma imagem da primeira fera. Todos são compelidos a adorar esta imagem, do contrário serão mortos. Sem o sinal ou o número da fera, ninguém pode comprar ou vender. O seu número é 666.

 As “boas novas eternas” e as mensagens relacionadas (14:1-20). Num contraste feliz, na nona visão, João vê o Cordeiro no monte Sião, e com ele 144.000 que têm o nome do Cordeiro e do Pai nas suas testas. “Estão cantando como que um novo cântico diante do trono”, tendo sido “comprados dentre a humanidade como primícias para Deus e para o Cordeiro”. Aparece outro anjo no meio do céu, com “boas novas eternas para declarar, como boas notícias” a todas as nações, e declara: “Temei a Deus e dai-lhe glória.” E ainda outro anjo anuncia: “Caiu Babilónia, a Grande!” Outro, um terceiro, proclama que os que adoram a fera e a sua imagem beberão da ira de Deus. Alguém “semelhante a um filho de homem” mete a sua foice, e outro anjo também mete a sua foice e ajunta a videira da terra, lançando-a dentro do “grande lagar da ira de Deus”. Ao ser pisado o lagar, fora da cidade, sai sangue até à altura dos freios dos cavalos, a “uma distância de mil e seiscentos estádios” (cerca de 296 quilómetros). — 14:3, 4, 6-8, 14, 19, 20.
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MensagemAssunto: Re: Breve resumo de Revelação(apocalipse)   Sex Ago 20, 2010 5:09 am

Os anjos com as sete últimas pragas (15:1–16:21). A décima visão começa com outro vislumbre da corte celeste. Os que ganharam a vitória sobre a fera glorificam a Jeová, o “Rei da eternidade”, pelas suas grandes e maravilhosas obras. Sete anjos saem do santuário no céu, e recebem sete tigelas de ouro cheias da ira de Deus. As seis primeiras são derramadas na terra, no mar, nos rios e nas fontes de águas, bem como sobre o sol, que é o trono da fera e sobre o rio Eufrates, secando as suas águas, para abrir caminho para “os reis do nascente do sol”. Expressões demoníacas ajuntam os ‘reis de toda a terra habitada, para a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso’, no Armagedom. A sétima tigela é despejada no ar, e, entre aterradores fenómenos naturais, a grande cidade se divide em três partes, as cidades das nações caem, e Babilónia recebe ‘o copo do vinho da ira do furor de Deus’. — 15:3; 16:12, 14, 19.

 O julgamento de Deus sobre Babilónia; o casamento do Cordeiro (17:1–19:10). Começa a 11.a visão. Eis o julgamento de Deus sobre “Babilónia, a Grande, a mãe das meretrizes”, “com a qual os reis da terra cometeram fornicação”. Embriagada com o sangue dos santos, ela cavalga uma fera cor de escarlate, que tem sete cabeças e dez chifres. Esta fera “era, mas não é, contudo, está para ascender do abismo”. Os seus dez chifres batalham contra o Cordeiro, mas, porque é “Senhor dos senhores e Rei dos reis”, ele os vence. Os seus dez chifres voltam-se contra a meretriz e a devoram, e, com o começo da 12.a visão, outro anjo, cuja glória ilumina a terra, declara: “Caiu! Caiu Babilónia, a Grande!” Ordena-se ao povo de Deus que saia dela, para que não compartilhe as suas pragas. Os reis e outros poderosos da terra choram por causa dela, dizendo: “Ai, ai, ó grande cidade, Babilónia, forte cidade, porque numa só hora chegou o teu julgamento!” As suas grandes riquezas foram devastadas. Assim como uma grande mó é lançada no mar, assim, com rápido arremesso, Babilónia foi lançada para baixo, para nunca mais ser achada. Finalmente, é vingado o sangue dos santos de Deus! Quatro vezes o céu ressoa o brado: “Louvai a Jah!” Louvai a Jah, porque ele executou o julgamento na grande meretriz! Louvai a Jah, porque Jeová começou a reinar! Alegrai-vos e estai cheios de alegria, porque “chegou o casamento do Cordeiro e a sua esposa já se preparou”! — 17:2, 5, 8, 14; 18:2, 10; 19:1, 3, 4, 6, 7.

 O Cordeiro trava guerra em justiça (19:11–20:10). Na 13.a visão, o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” conduz os exércitos celestiais numa guerra justa. Reis e homens fortes viram carniça para as aves do céu, e a fera e o falso profeta são lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre. (19:16) Quando começa a 14.a visão, um anjo é visto ‘descer do céu com a chave do abismo e uma grande cadeia na mão’. O “dragão, a serpente original, que é o Diabo e Satanás”, é apanhado e amarrado por mil anos. Os que têm parte na primeira ressurreição se tornam ‘sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinam com ele por mil anos’. Depois disso, Satanás será solto, e sairá a enganar as nações da terra, mas será lançado junto com os que o seguirem no lago de fogo. — 20:1, 2, 6.

 O Dia de Juízo e a glória da Nova Jerusalém (20:11–22:5). Segue-se a emocionante 15.a visão. Os mortos, grandes e pequenos, são julgados diante do grande trono branco de Deus. A morte e o Hades são lançados no lago de fogo, que “significa a segunda morte”, e com eles é lançado todo aquele que não for achado inscrito no livro da vida. A Nova Jerusalém desce do céu, e Deus habita com a humanidade, enxugando todas as lágrimas de seus olhos. Não há mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor! Com efeito, Deus faz “novas todas as coisas”, e confirma a sua promessa, dizendo: “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” Os que vencerem herdarão estas coisas, mas não os covardes, nem os que não têm fé, nem os que são imorais, nem os que praticam o espiritismo ou a idolatria. — 20:14; 21:1, 5.

 Mostra-se então a João na 16.a e última visão, “a esposa do Cordeiro”, a Nova Jerusalém, com os seus 12 portões e 12 pedras de alicerce com os nomes dos 12 apóstolos. É quadrada, e o seu esplendor majestoso é representado pelo jaspe, pelo ouro e pela pérola nela. Jeová e o Cordeiro são o templo desta cidade, são também a sua luz. Unicamente os que estão inscritos no rolo da vida do Cordeiro podem entrar nela. (21:9) Um rio puro de água da vida emana do trono, descendo pela rua larga da cidade, e em cada lado há árvores da vida que produzem novas safras de frutos cada mês, tendo folhas para cura. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os escravos de Deus verão a Sua face. “Jeová Deus lançará luz sobre eles e eles reinarão para todo o sempre.” — 22:5.

 A conclusão (22:6-21)
. Garante-se: “Estas palavras são fiéis e verdadeiras.” Felizes são, deveras, todos os que observam as palavras da profecia! Tendo ouvido e visto estas coisas, João prostra-se para adorar o anjo, que lhe faz lembrar de adorar unicamente a Deus. As palavras da profecia não devem ser seladas, “pois está próximo o tempo designado”. Felizes os que são admitidos na cidade, pois lá fora se acham os imundos e “todo aquele que gosta da mentira e a pratica”. Jesus declara que ele próprio enviou este testemunho às congregações por intermédio de seu anjo, e que ele é “a raiz e a descendência de Davi, e a resplandecente estrela da manhã”. “E o espírito e a noiva estão dizendo: ‘Vem!’ E quem ouve diga: ‘Vem!’ E quem tem sede venha; quem quiser tome de graça a água da vida.” Que ninguém acrescente e nem diminua as palavras desta profecia, senão lhe será tirado o seu quinhão “das árvores da vida e da cidade santa”. — 22:6, 10, 15-17, 19.
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