À Procura da Verdade

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 Não matarás

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MarcioAlmeida



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MensagemAssunto: Não matarás   Qui Ago 06, 2009 9:09 am

Pela bíblia cristã, Satanás é o primeiro homicida.
O que é matar ?
Suicídio entra neste mandamento ?
Eutanásia entra neste mandamento ?
Aborto entra neste mandamento ???
Destruir sonhos entra neste mandamento ???
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são vieira



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MensagemAssunto: Re: Não matarás   Qui Ago 06, 2009 10:29 am

bem, são campos bem distintos o que mencionou...

o aborto sim é considerado matar uma vida visto que em salmos diz que Deus já conhece o embrião como alguém e na lei dos israelitas mostra que era alma por alma se uma mulher sofresse aborto por acidente

o suicídio é tirar a sua própria vida deliberadamente mas nesse campo só cabe a Deus julgar...pois estão envolvidos distúrbios emocionais e mentais e não se pode julgar a plena lucidez da pessoa no acto pois está provado que a maioria dos que comete suicídio se arrepende imediatamente mas depois é tarde demais...
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MensagemAssunto: eutanásia   Sab Ago 08, 2009 4:08 am

exemplo: uma SENHORA estava num leito de hospital, morrendo devido a uma doença incurável. Certo dia, o filho dela entrou no quarto dela e deu três tiros, matando-a. Não tentou esconder o que fizera, mas, disse: “Ela saiu de sua condição miserável. Eu a baleei.”

Este homem foi acusado de assassínio, mas o júri deu o veredicto de “inocente”. Por quê? Aparentemente porque o homem matara sua mãe a fim de pôr fim ao sofrimento dela. Este era um caso de “homicídio piedoso” ou eutanásia (o grego para “boa morte”).

De vez em quando surgem notícias de homicídios piedosos. Amiúde os “homicidas” parecem ter boa motivação, desejando tirar os sofredores da sua “condição miserável”, quando os médicos não dão esperança de melhora. Às vezes os sofredores até mesmo suplicam a outros que os matem.

Qual deve ser o conceito cristão em situações assim? É certo utilizar a eutanásia “positiva”, deliberadamente matando uma pessoa? O que dizer da eutanásia “negativa”, o permitir que uma pessoa em fase final da doença morra por não iniciar nem continuar um tratamento “extraordinário” que apenas evite a morte por algum tempo?

Números 35:20, 21-no caso da eutanásia positiva, não é verdade que há “premeditação” no sentido de que o ato é feito de caso pensado? E não é “qualquer coisa” (tal como uma bala dum revólver, uma pílula ou agulha) amiúde empregada?

“A maioria absoluta dos médicos e, certamente, substancial maioria dos leigos, recuam instintivamente de medidas ativas, tais como prescrever conhecido veneno ou injetar grande bolha de ar numa veia.”
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MarcioAlmeida



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MensagemAssunto: Re: Não matarás   Seg Ago 10, 2009 1:00 am

Este é um assunto até certo ponto controverso...
Se a mãe está em risco de morte ou o nascimento de uma criança acéfala, o aborto é permitido em algumas localidades.
Se a pessoa está em processo irreversível, a eutanásia é permitida em algumas localidades.
Uma pessoa que se mata em um gesto claro de desespero, é compreendido por muitas pessoas.

Porém...

A grande maioria, que não passa por estas situações condena qualquer uma das ações descritas acima.
Porque é proibido ???
Por que muitas situações de gravidez indesejada, os médicos são "comprados" para dizer que há risco de morte da mãe, justificando assim o aborto.
Por que para alguns planos de saúde, é mais interessante interromper a vida de um paciente do que continuar com o tratamento.
Muitas pessoas se matam para incutir a culpa de sua morte a outra pessoa, como vemos os casos de jovens que se matam por excesso de pressão dos pais para obter alguma glória...

A morte é a última e maior barreira a ser vencida, principalmente por que não sabemos o que há, se é que há algo do outro lado...
A bíblia cristão aponta diversas referências para uma vida após a morte, com a volta de Jesus.
Algumas religiões apontam para uma vida após a morte em outras dimensões ou situações ou planetas...

A morte é algo totalmente indesejado por Deus, Ele diz que quer que tenhamos VIDA e VIDA em ABUNDÂNCIA...
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MensagemAssunto: Re: Não matarás   Seg Ago 10, 2009 4:24 am

quando envolve situações extremas temos de pensar realmente no ponto de vista de Jeová...

(1 Coríntios 10:13) . . .Não vos tomou nenhuma tentação excepto a que é comum aos homens. Mas Deus é fiel, e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis aguentar, mas, junto com a tentação, ele proverá também a saída, a fim de que a possais aguentar.

mas á questões de consciência tal como referiu, por exemplo, um aborto que ponha em risco a vida da mãe e do bebé, só um deles pode sair vivo...cabe a mãe decidir

e outra questão é o lema dos médicos é manter a vida da pessoa o mais que poder mas muitas vezes isso acaba por causar mais sofrimento
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MensagemAssunto: Re: Não matarás   Seg Ago 23, 2010 6:10 am

"não matarás" ou "não assassinarás"?

A frase “Não matarás” soa familiar para a maioria das pessoas, pois é assim que algumas Bíblias populares traduzem Êxodo 20:13. (Deu. 5:17) Se, porém, examinar este texto em muitas traduções modernas, provavelmente encontrará “Não deves assassinar” ou “Não deves cometer assassínio”. Por que tal diferença?

A palavra hebraica original envolvida é ratsahh, que literalmente significa “quebrar” ou “reduzir a pedaços”. Em seu léxico hebraico, o perito John Parkhurst explica que, na Bíblia, ratsahh “indica homicídio simples ou homicídio qualificado, i. e., quer tirar de modo acidental quer premeditado a vida dum homem”.

É digno de nota que, dentre as 47 vezes que ratsahh é usada nas Escrituras Hebraicas, 33 envolvem as cidades de refúgio de Israel. Estas serviam em casos em que certo homem tirava a vida de outro. Se fosse determinado judicialmente que o homicídio era desintencional, o homicida podia permanecer na cidade. Mas se a investigação legal mostrasse que matara com malícia ou deliberação, pagava com sua própria vida. Tendo em mente estas duas possibilidades, note como ratsahh é traduzida apropriadamente três vezes:

“Servirão para vós de cidades de refúgio, e para lá terá de fugir o homicida [simples] que sem querer golpear fatalmente uma alma. . . . Ora, se ele o tiver golpeado com um instrumento de ferro [deliberadamente usado qual arma] de modo que morreu, é assassino. O assassino, sem falta, deve ser morto.” — Núm. 35:6, 11-34; Deu. 4:41-43; 19:1-7; Jos. 20:2-6; 21:13-39.

Outros versículos indicam que ratsahh usualmente se aplicava a se tirar uma vida humana ilicitamente, contrário à lei de Deus. Observe as coisas associadas, mencionadas em Oséias 4:2: “Irrompeu o proferimento de maldições, e a prática do engano, e assassinato, e furto, e adultério, e atos de derramamento de sangue têm tocado em outros atos de derramamento de sangue.” — Jer. 7:9.

Conforme indicado acima, no castigo dado ao homicida deliberado, nem toda extinção da vida humana era considerada ratsahh (homicídio qualificado), nem era proibido pelo sexto dos Dez Mandamentos. Depois do Dilúvio, Jeová Deus disse claramente a Noé: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue, pois à imagem de Deus fez ele o homem.”

(Gên. 9:6) Sim, mesmo antes de Ele ter dado um código de leis a Israel, Deus permitiu a pena capital. “Derramar o sangue do homem” pelo homicídio qualificado era o que fora proibido pelo Sexto Mandamento, e não a execução legal dum homicida qualificado.

Isto nos ajuda a avaliar o uso de ratsahh em conexão com o rei Acabe. O rei cobiçou o vinhedo de Nabote, e permitiu que tal homem fosse morto a fim de obtê-lo. Não era o caso de o rei Acabe dirigir uma execução legalmente justificada de alguém que cometera uma ofensa capital em Israel. Antes, era a matança ilegal dum homem, algo proibido pelo Sexto Mandamento. Acabe, assim, era um “assassino” e merecia morrer. — 1 Reis 21:1-10; 2 Reis 6:32; Lev. 24:17.

Mas, o que dizer da guerra? Foram travadas as guerras de Israel em violação do mandamento de Deus que é apropriadamente traduzido: “Não deves assassinar”?

Não, não foram. O fato é que a Bíblia jamais usa o termo ratsahh (assassínio ou homicídio qualificado) com respeito a quaisquer destas guerras. Quando os israelitas lutaram, sob as ordens de Deus, não estavam agindo de forma ilegal. Tinham sido autorizados e estavam sendo dirigidos pelo Legislador Supremo. (Isa. 33:22; Sal. 19:7) Tais guerras não eram guerras de conquista de território ilimitado, como são tantas das guerras nacionais nos tempos recentes. Não eram guerras motivadas pela cobiça económica. Nem eram guerras que violavam tratados de paz ou pactos de não-agressão, legalmente feitos, como foram algumas guerras na história moderna.

Hoje, absolutamente nenhuma nação da terra se compõe inteiramente de pessoas que adoram a Jeová, que são miraculosamente dirigidas por Ele, por meio de profetas, e que têm uma concessão divina de possuir certa área da terra. Mas tudo isso se dava com o antigo Israel. Jeová notara que os habitantes de Canaã estavam arraigados na iniquidade, sendo moralmente depravados e merecedores de execução. (Gên. 15:13-21; Lev. 18:24, 25) Como dono de toda a terra, Deus determinou dar tal terra à nação de Israel. E, sob a direcção de líderes que Ele escolheu especialmente, Deus usou Israel para executar seu julgamento sobre os cananeus. — Deu. 9:4, 5; 12:31; Jos. 10:40.

Por isso, ao executar os julgamentos legais e moralmente justos de Jeová, ou ao defender sua terra provida por Deus, os israelitas não eram culpados de violar o mandamento: “Não assassinarás.”

Que dizer dos cristãos? Visto que o Sexto Mandamento simplesmente declarava de novo o que Deus já dissera antes, por meio de Noé, à inteira família humana, ainda estamos obrigados a evitar o assassínio ou homicídio qualificado. Com efeito, os capítulos finais da Bíblia admoestam-nos de que os assassinos ou homicidas qualificados não-arrependidos provarão a eterna destruição na “segunda morte”. (Rev. 21:8; 22:15) Quão importante, então, é evitar a participação em tirar vidas humanas sem a autorização especificamente expressa de Deus. Coerente com isto, Isaías 2:3, 4 descreve profeticamente os verdadeiros adoradores de Deus, dizendo: “E muitos povos certamente irão e dirão: ‘Vinde, e subamos ao monte de Jeová, à casa do Deus de Jacó; e ele nos instruirá sobre os seus caminhos, . . .’ E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças podadeiras. . . . Nem aprenderão mais a guerra.”
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