À Procura da Verdade

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 Natal - festa pagâ CRISTIANIZADA- contracenso

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são vieira



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MensagemAssunto: Natal - festa pagâ CRISTIANIZADA- contracenso   Ter Dez 27, 2011 6:34 am




Quem deseja ter a aprovação de Deus deve se importar com o que ele pensa e , por isso, DEVE, conhecer bem os princípios contidos na sua palavra e aplicá-los em todos os aspectos na sua vida mesmo que a maioria NÃO O FAÇA.

O mundo ficará também intrigado com sua pessoa se aderir aos princípios cristãos quanto à conduta pessoal. Conforme o apóstolo Pedro escreveu aos primitivos cristãos:

“Porque já basta o tempo decorrido para terdes feito a vontade das nações, quando procedestes em acções de conduta desenfreada, em concupiscências, em excessos com vinho, em festanças, em competições no beber e em idolatrias ilegais. Visto que não continuais a correr com eles neste proceder para o mesmo antro vil de devassidão, ficam intrigados e falam de vós de modo ultrajante.” (1 Ped. 4:3, 4)



O Times de Nova Iorque de 24 de Dezembro de 1967, por exemplo, comentou: "Não há registo da época real do nascimento de Jesus — só uma alusão, na estória dos pastores nos campos mantendo a vigília sobre seus rebanhos à noite, de que foi numa estação quente. No inverno, as ovelhas são ajuntadas em apriscos." — Luc. 2:8-12.

( mas podemos fazer um cálculo simples- se Jesus morreu a 14 de nisã, que corresponde ao fim de março, principio de Abril, e ele morreu com 33 anos e meio, no ano 33 da nossa Era. assim contamos de Abril, meio ano para trás e ele nasceu no mês de outubro.)




No mesmo teor, em 20 de dezembro de 1969, o Star de Toronto declarou sobre o Natal: "Não vamos, porém, continuar pretendendo que se tenha especificamente de fazer algo com o nascimento de Jesus. . . . Já é hora de os cristãos se lembrarem de que a Igreja passou seus primeiros 380 anos sem absolutamente observar o nascimento de Jesus."



A Origem do Natal



Não obstante, a data do Natal, bem como outros costumes natalinos, têm uma origem definida. Jornais, revistas e enciclopédias comentaram abertamente isto. O próprio leitor sem dúvida já leu alguns destes artigos. Os fatos são bem conhecidos tanto nos círculos seculares como nos religiosos. Por exemplo, a New Catholic Encyclopedia observa sob "Natal":

"Designou-se ao nascimento de Cristo a data do solstício de inverno (25 de dezembro no calendário juliano, 6 de janeiro no egípcio), porque nesse dia, à medida que o sol começava seu retorno aos céus setentrionais, os devotos pagãos de Mitra celebravam o dies natalis Solis Invicti (nascimento do sol invencível)."

O Times de Nova Iorque explica: "O Papa Libério [no quarto século] decidiu absorver observâncias pagãs por declarar 25 de dez. o dia de nascimento oficial de Jesus. A mudança de nome causou pouca mudança na forma."

E qual era essa "forma"? As antigas Saturnais eram um tempo em que se praticava crassa imoralidade sob o pretexto de festividades. Diz o livro Curiosities of Popular Customs (Curiosidades dos Costumes Populares) de W. S. Walsh:

"Apesar da condenação dos sábios e dos sãos, o Natal nos dias primitivos reproduzia frequentemente todas as piores orgias, as concupiscências e as indecências, das Bacanais e das Saturnais. Os próprios clérigos foram arrastados no remoinho . . .

"Se até mesmo entre os clérigos as tradições pagãs sobreviveram tão estrenuamente, o que de melhor se poderia esperar dos leigos? As festanças desenfreadas, deveras, do período natalino nos tempos antigos são quase inacreditáveis. A obscenidade, a bebedice, a blasfémia, — nada era despropositado. A liberdade era levada ao ponto máximo da licenciosidade." — Páginas 228, 229.



Os Clérigos não Se Importam



Os clérigos estão bem a par das origens pagãs do Natal, contudo incentivam a celebração. Por exemplo, segundo o Sun de Vancouver, o ministro da Igreja Anglicana, R. Desmond Kimmitt "afirma que é bem conhecido que Cristo não nasceu em meados de dezembro. Os cristãos primitivos, afirma ele, verificaram que não podiam acabar com a festividade pagã [das Saturnais] e assim a adotaram". Contudo, Kimmitt declarou: "Eu ficaria aborrecidíssimo de ver desaparecer o Natal conforme o conhecemos."



Também Louis H. Valbracht, pastor da Igreja Luterana de S. João, Des Moines, Iowa, EUA, escreveu: "Dever-se-ia lembrar aos que dizem que o Natal se está tornando simples celebração pagã que o Natal era celebração pagã."

Mas, os clérigos não se importam. Disse o ministro luterano Valbracht: "Quanto a mim e à minha casa e à minha paróquia, eu digo, vamos engrandecer o Natal . . . torná-lo mais animado do que nunca antes." — Successful Farming, dezembro de 1965.



Assim, embora os clérigos saibam que o Natal é simplesmente uma festa pagã revestida com alguns nomes cristãos, isto não lhes perturba. Mas, não nos deveria surpreender que não se importam, porque se desviaram bem longe da Bíblia. Nos anos recentes, os jornais comentaram abertamente isto, como muitos clérigos endossam a "nova moralidade", que não é nenhuma moralidade.

Será que Realmente Importa?


Alguns acham que se o Natal for celebrado de maneira decente, está tudo certo. ‘Faz realmente alguma diferença que o Natal esteja ligado às festas pagãs?’ — talvez perguntem.



A Palavra de Deus instrui os cristãos:
"Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial, . . . "‘Portanto, saí do meio deles e separai-vos", diz Jeová, "e cessai de tocar em coisa impura"’." — 2 Cor. 6:14-17.



Visto que muitas modalidades do Natal se acham arraigadas em festas pagãs impuras, pode haver qualquer harmonia entre ele e Cristo? Os fatos falam por si mesmos.



Lembre-se, também, que Jesus disse sobre a adoração do Deus Onipotente: "Os que o adoram têm de adorá-lo com espírito e verdade." Assim, se nossa adoração há de ser aceitável a Deus, deve basear-se na verdade. — João 4:24.



Mas, o que dizer do Natal? É um feriado que se baseia na verdade? Sabe que nos ofícios religiosos do Natal geralmente se diz que Jesus nasceu em 25 de dezembro. Contudo, 25 de dezembro é, de fato, o "nascimento" de um antigo deus-sol pagão e não o de Jesus. Assim, ao se celebrar um feriado religioso que perpetua tal mentira simplesmente não se pode estar adorando Deus em verdade. Importa-se com a verdade?



E o que dizer do velhinho supostamente mágico que traz presentes no Natal, o São Nicolau ou o Papai Noel? Sabe que não é verdade que traz presentes. Assim, quando se levam os filhos a crer que os presentes são recebidos dele, não é isso realmente mentir aos filhos? Importa-se o bastante com a verdade para evitar um feriado que retrata tais mentiras?

Se realmente se importa com Deus, obedecerá sua ordem de evitar participar no que é religiosamente impuro. Para agradar a Deus, precisa adorá-lo com verdade, incontaminada das práticas religiosas pagãs. O que fará pessoalmente?



Bênçãos Recebidas Pelos Que Se Importam



‘Mas, não significa isso perder uma boa dose de divertimento?’ — talvez alguém pergunte.



Ao contrário, se continuar em práticas pagãs haverá muita coisa que perderá — a aprovação de Deus e a oportunidade de ganhar a vida eterna em Seu novo sistema justo.



E mesmo agora, os que dão ouvidos à Palavra de Deus não perdem nenhum prazer genuíno. De fato, recebem-se bênçãos reais. Famílias se podem reunir em qualquer época do ano para se divertirem por comer e beber com moderação e gozar da associação agradável. Não se perdem tais ocasiões felizes quando não mais se celebra o Natal. E as pessoas podem dar presentes a seus amigos e entes queridos nestas e em outras ocasiões se desejarem. Dar de modo espontâneo e desobrigado traz grande felicidade tanto para o dador como para o recebedor. — Atos 20:35.



Ao mesmo tempo, pense na bênção de se ser livre do costume pagão da troca de presentes, uma obrigação incentivada pelo mundo comercial, não para honrar a Deus, mas para ganhar dinheiro. Não é verdade que este costume pagão frustra as pessoas, causa-lhes cargas financeiras e lhes priva da alegria?





Se realmente se importa com Deus e com o que Ele pensa, não há razão para temer a reação dos outros à sua nota. (Pro. 29:25) De fato, é bem possível que gostem disso. Pois eles, também, talvez se sintam presos numa armadilha, e fiquem felizes de dar um suspiro de alívio neste tempo de pressão econômica. O que fizer a eles neste respeito talvez seja mais precioso do que qualquer outro presente que lhes poderia dar, pois isto poderia iniciá-los no caminho à vida eterna, se eles, também, realmente desejarem agradar a Deus.



Abandonar as festas pagãs do Natal é uma ação corajosa que aquele que realmente se importa com Deus é obrigado a tomar. Tal ação, com a motivação correta, resultará em ricas bênçãos de Deus. Pois muito em breve Ele irá destruir este sistema iníquo de coisas, mas preservará vivos para sempre os que mostram que realmente se importam com fazer a Sua vontade. — 1 João 2:17.


A música do Natal





Em alguns lares, as famílias se reúnem em torno dum piano ou órgão para cantar algumas músicas favoritas, tais como "Silent Night! Holy Night!", "Jingle Bells", e outras. Nas escolas, nas igrejas e em certos clubes, os coros praticam com entusiasmo seus cantos natalinos em preparação para programas especiais do Natal. Dos rádios, das televisões e dos aparelhos estereofônicos fluem os cadenciados refrões de canções conhecidas. Nas grandes lojas de departamentos, um fundo de música natalina ajuda os ativos compradores a adquirir o espírito do feriado e os motiva a comprar.



Sociedades corais seculares e religiosas, bem como as orquestras sinfônicas em grandes comunidades, preparam-se com diligência para concertos especiais de Natal. Ensaiam certas obras musicais que, através dos anos, vieram a se associar com as festividades natalinas. Semanas de antemão, os jornais trazem anúncio destes concertos de Natal. É nesta época do ano que o Messias de Handel, L’Enfance du Christ, de Berlioz, e outras obras musicais que tratam da vida terrestre de Jesus Cristo, são executadas em salões de concerto e até mesmo em grandes igrejas.



Desenvolvimento da Música Natalina


Já ficou pensando alguma vez quando e como se iniciou a música natalina? Alguns talvez pensem que começou com Jesus e seus apóstolos ou entre os cristãos primitivos.



Antes de observarmos quando começou a música natalina, precisamos aprender sobre a origem do próprio feriado. Note o seguinte comentário na Cyclopœdia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature, de M’Clintock e Strong: "A observância do Natal não é de instituição divina, nem se origina do N[ovo] T[estamento]. O dia do nascimento de Cristo não pode ser determinado do N[ovo] T[estamento], nem, de fato, de qualquer outra fonte. Os pais [da igreja primitiva] dos primeiros três séculos não falam de qualquer observância especial da natividade." — Vol. II, página 276.



Bem, então, como foi que se desenvolveu a música natalina? William Muir Auld, em seu livro Christmas Traditions (Tradições Natalinas) relata que, de início, havia somente o cantochão eclesiástico. Mas, passa então a dizer: "Por meio de contato com os ambientes festivos em que cresceu [o Natal], e em que deveria depois ser efetuado, tornar-se-ia mundano e material, feliz e divertido, rosado e copioso." E exatamente quais eram esses ambientes festivos em que cresceu? Auld observa que o dia 25 de dezembro "se achava no meio . . . de duas festas folclóricas imensamente populares, as Saturnais e as Calendas de janeiro." As Saturnais eram uma festa romana pagã que honravam Saturno, o deus da agricultura. Os celebrantes não raro se entregavam a grandes excessos em sua turbulenta celebração da mesma.



A igreja romana, incapaz de abolir os costumes relacionados a estas festas pagãs, incorporou-os em sua celebração do Natal, por lhes dar um nome cristão. Assim, através dos anos, vários costumes, tais como o enfeitar os lares, dar presentes e cantar canções natalinas se tornaram partes integrais deste feriado.



Em vista de tudo isto, não é surpreendente se ler, no livro The English Carol (A Canção Natalina Inglesa) de Erik Routley, que uma canção natalina "começou, não como pio gesto religioso, mas como dança". A palavra "carol" (canção natalina) em inglês significava dançar em roda, e, na França do século doze, indicava uma dança amorosa que saudava a vinda da primavera. Estava associada com as celebrações do dia Primeiro de Maio na Europa ocidental. O livro All About Christmas (Tudo Sobre o Natal), de M. R. Krythe, observa: "Nos primitivos ritos religiosos, os adoradores davam as mãos e dançavam num círculo, ao cantarem juntos. . . . Depois da festa pagã do inverno se ter fundido com a cristã, os povos latinos e teutônicos ainda dançavam em volta de cenários da natividade conforme músicas arranjadas em tons de dança chamadas Wiegenlieder na Alemanha; Noëls em França; e carols na Inglaterra."



A música natalina se desenvolveu gradualmente através dos anos e, por volta do século quinze, as canções natalinas vieram a obter seu próprio reconhecimento. Desde essa época em diante, certa música tradicional veio a identificar-se com o Natal, bem como aquilo que foi escrito mais tarde por líderes e compositores religiosos.



O "Messias" de Handel não Foi Escrito Para o Natal



Talvez a obra coral mais freqüentemente executada na época do Natal seja o grande oratório Messias, de G. F. Handel. Por ser usualmente executado então, muitos acham que Handel escreveu-o só para o Natal. No entanto, as biografias de Handel mostram que compôs o Messias porque precisava de dinheiro, e mostram que a obra foi realizada primeiro em um hospital de crianças enjeitadas em Dublim, Irlanda, em abril, e não em dezembro.



É interessante que Jay Welch, em suas notas que acompanham uma gravação do Messias, escreveu: "Que o Messias [isto é, sua letra] provém inteiramente das Escrituras não o torna música litúrgica eclesiástica. Handel dava a seus assuntos sagrados e seculares o mesmo tratamento estilístico; lidava com eles como um não-sectarista, . . . não glorificava nenhuma doutrina eclesiástica . . . Ademais, apresentava seus oratórios em salas de concerto, teatros e hospitais, muito embora as igrejas estivessem disponíveis a ele. Isto enfurecia tanto o clero inglês que certa vez tentaram fechar o ‘Covent Garden’, onde deveria ser apresentado o Messias." Achavam que uma obra religiosa jamais deveria ser executada numa sala de espetáculos. "Com brio característico, o Empresário Handel os passava ao largo por mudar o título para ‘Um Oratório Sagrado’."





Mas, talvez pergunte, o que dizer das canções natalinas cujas raízes remontam aos tempos medievais?



O Que Refletem as Letras das Canções Natalinas?



Em vista da origem do Natal, as canções natalinas associadas a ele refletem a forma de pensar dos povos medievais que, por não aprenderem nada da Bíblia, praticavam costumes pagãos de seus antepassados. Conforme observou o livro All About Christmas: "Visto que muitos povos primitivos adoravam a natureza, era natural que algumas músicas natalinas dissessem respeito a seus aspectos. Uma delas, ‘The Holly and the Ivy’ (O Azevinho e a Hera), é . . . uma luta pela supremacia entre o ‘macho’ azevinho e a ‘fêmea’ hera; e a música talvez tenha provindo de danças pagãs entre grupos de rapazes e moças." Também observa que esta canção natalina "é uma mistura da adoração da natureza e do Cristianismo".



Erik Routley também observa que "uma mitologia naturalística, chegando bem perto da região do culto da fertilidade . . . e absorvendo-se no costume civilizado, produz a canção natalina ‘The Holly and the Ivy’ que conhecemos".



Considere duas canções natalinas em que se sublinha a adoração das árvores. A primeira é a popular "O Christmas Tree! O Christmas Tree!" Conforme o autor Krythe, de All About Christmas, comenta: "Nela, louva-se o verde eterno da árvore; e a idéia da sempre-verde como símbolo da imortalidade é sublinhada." A segunda é "Deck the Halls with Boughs of Holly" (Adorne os Salões com Raminhos de Azevinho). Sabia o significado da linha "See the blazing yule before us"? ("Vê a acha de Natal ardendo diante de nós") Isto se refere ao costume pagão de queimar a acha de Natal. Comenta o escritor Krythe que ela se acha "associada com a adoração escandinava de sua mística . . . ‘Árvore do Universo’". Era o costume que, depois de a acha ser arrastada da floresta para dentro da casa, cada pessoa se sentava nela. Cantavam uma música para ela e a beijavam, na firme crença de que a "família se manteria segura até a próxima época do Natal". Tudo isto era feito antes de se por fogo nela.



Isto talvez pareça um esquisito costume antigo, mas os cristãos que desejam ter a aprovação de Deus procuram conhecer Seu conceito sobre os assuntos. Agrada-se Deus de ver humanos inteligentes atribuírem a uma árvore ou acha de lenha aquilo que só ele pode realizar? (Isa. 44:14-20) Realmente, não é a adoração da natureza a veneração da ‘criação, antes que de Jeová Deus, que criou’ todas as coisas? Deus declara que os adoradores da natureza são "inanes nos seus raciocínios" e se acham num "estado mental reprovado". Assim, com o desejo de ser agradável a Deus, não concorda que seria sábio evitar entoar músicas que reflitam qualquer espécie de adoração da natureza? — Rom. 1:21, 25, 28; 2 Cor. 6:14, 15.



Certas canções natalinas tais como "We Three Kings of Orient Are" (Somos Três Reis do Oriente) louvam a estrela que conduzia os chamados homens sábios (que eram realmente astrólogos) para o menino Jesus. Seu refrão reflete a adoração das estrelas, que começou na antiga Babilônia. O hino do Natal chamado "Brightest and Best" (Mais Brilhante e Melhor) é entoado em muitas igrejas; todavia, dirige-se à "Estrela do Oriente", e os que o cantam estão adorando tal estrela. Routley, ao comentar que certa vez foi retirada do uso porque "envolvia a adoração duma estrela", escreveu: "Talvez a verdade seja . . . que [o compositor] estivesse escrevendo uma canção natalina. As canções natalinas não têm receio da astrologia."



Como é que Deus encara a astrologia ou a contemplação dos céus em busca de presságios sobre o futuro? Ele responde em Deuteronômio 18:12: "Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová." Não é evidência de bom juízo evitar aquilo que Jeová Deus detesta e condena? — 2 Cor. 6:17.



A questão que surge agora é: Estão as canções natalinas que tratam do próprio nascimento de Jesus em harmonia com o registro da Bíblia? Examine a primeira estrofe de "The First Noel" (O Primeiro Noel). Diz-se ali que os pobres pastores estavam nos campos cuidando de suas ovelhas numa fria noite hibernal, mas a Bíblia não diz que era inverno, e de noite os pastores não ficam nos campos na Palestina durante o inverno. A segunda estrofe afirma incorretamente que tais pastores olharam para o céu e viram a estrela que guiou os homens sábios. William J. Reynolds, em seu livro Christ and the Carols (Cristo e as Canções Natalinas) comenta o erro desta canção, afirmando: "A estrela apareceu aos Homens Sábios, e não aos pastores. Não há referência bíblica que indique que os pastores mencionados em Lucas 2 viram a estrela mencionada em Mateus 2." Krythe, também, observa que esta canção natalina "não é exatamente fiel ao relato bíblico".



Se analisarmos criteriosamente as palavras das canções "Angels, from the Realms of Glory" (Anjos, dos Domínios da Glória), "Hark! the Herald Angels Sing" (Ouvi! Cantam os Anjos Pregoeiros) e "O Come, All Ye Faithful" (Ó Vinde, Todos os Fiéis), notamos que se faz a afirmação de que Jesus é o Deus Onipotente. É isto o que a Bíblia ensina? Jesus disse: "O Pai é maior do que eu." Não há um versículo sequer no inspirado registro bíblico que afirme que Jesus é o Deus Onipotente ou parte de uma Trindade. Mostra que ele é o Filho de Deus. — João 14:28; Col. 1:15, 16.



Assim, o que aprendemos sobre as canções natalinas? Temos visto que estão repletas de idéias e costumes pagãos. Também, que são biblicamente inexatas, e, em muitos casos, contradizem diretamente o que Jeová diz em sua Santa Palavra, a Bíblia. Quando a pessoa que ama a verdade compreende tais coisas, a música do Natal deixa de ter os atrativos que certa vez tinha.



O Conceito Razoável do Assunto



Não se pode negar que, em motivo de suas lindas melodias, as canções natalinas tocam muito na natureza sentimental do homem. Tocam em suas mais profundas emoções. Mas, agrada-se Deus de louvores que se achem misturados com costumes pagãos? Aprovaria pessoas que participam de músicas que negam sua soberania suprema? Poderia "Jeová, Deus da verdade" aprovar sentimentos que se chocam com sua Santa Palavra? — Sal. 31:5.



Ao passo que a música possa ser muito linda, não se pode olvidar que não se pode separar facilmente dela a letra. Não traz usualmente à lembrança os acordes de uma música bem conhecida a sua letra? Ao se apreciar um pouco de música no lar, não há nada de errado em qualquer linda melodia em si, mas, se tal música lhe traz à mente idéias antibíblicas ou suscita memórias de festas da religião falsa em que costumava participar, será sábio escolher este tipo de música para diversão?



Um grande manancial de música se acha escrito, a maioria nada tendo de ver com o Natal. Assim, quem aprecia a música e que deseja agradar a Deus pode facilmente ser seletivo. Há milhares de sinfonias, concertos e sonatas para todos os tipos de instrumentos, músicas e danças em grande variedade, e encantadora música clássica leve que muito pode contribuir para tornar agradável uma noite. Por escolher com sabedoria, pode-se evitar a música que talvez resulte detrimentosa para seus esforços de transformar a mente em harmonia com a vontade de Jeová Deus.



Assim, se procura fervorosamente continuar a ‘manter a fé e uma boa consciência’ para com Jeová Deus, faça aquilo que agradará a ele por evitar de todo o coração aquilo que ele desaprova. — 1 Tim. 1:19.
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