À Procura da Verdade

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 breve resumo de Jeremias

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são vieira



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MensagemAssunto: breve resumo de Jeremias   Qui Ago 19, 2010 4:40 am

Jeová comissiona a Jeremias (1:1-19). Será que foi porque Jeremias queria ser profeta ou porque procedia de família sacerdotal que foi comissionado? Jeová mesmo explica: “Antes de formar-te no ventre, eu te conheci, e antes de saíres da madre, eu te santifiquei. Eu te constituí profeta para as nações.” É uma designação da parte de Jeová. Está Jeremias disposto a ir? Humildemente, ele apresenta a desculpa: “Sou apenas rapaz.” Jeová o tranquiliza, dizendo: “Eis que pus as minhas palavras na tua boca. Vê, comissionei-te no dia de hoje para estares sobre as nações e sobre os reinos, para desarraigares, e para demolires, e para destruíres, para derrubares, para construíres e para plantares.” Jeremias não deve temer. “Por certo lutarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti, pois ‘eu estou contigo’, é a pronunciação de Jeová, ‘para te livrar’.” — 1:5, 6, 9, 10, 19.

 Jerusalém é esposa infiel (2:1–6:30).
Que mensagem traz a palavra de Jeová a Jeremias? Jerusalém esqueceu o seu primeiro amor. Ela abandonou a Jeová, a Fonte de águas vivas, e prostituiu-se com deuses estranhos. De videira selecta de casta tinta, ela se transformou “em varas degeneradas duma videira estrangeira”. (2:21) Suas saias ficaram manchadas do sangue das almas dos pobres inocentes. Até mesmo Israel, que se prostituiu, provou ser mais justa do que Judá. Deus convida esses filhos renegados a retornar a ele, pois ele é o dono marital deles. Mas agiram como esposa infiel. Poderão retornar, se se desfizerem de suas coisas repugnantes e circuncidarem seu coração. “Levantai um sinal de aviso rumo a Sião”, pois Jeová trará uma calamidade procedente do norte. (4:6) Derrocada sobre derrocada! Como leão que sai de sua moita, como vento causticante que sopra através do ermo, assim virá o executor de Jeová com seus carros como um tufão.

 Percorra Jerusalém. O que vê? Apenas transgressões e infidelidade! O povo negou a Jeová, e a Sua palavra na boca de Jeremias tem de tornar-se um fogo para o devorar como pedaços de lenha. Visto que os israelitas abandonaram a Jeová para servir um deus estranho, Ele também os fará servir a estrangeiros, numa terra estranha. São obstinados! Têm olhos, mas não podem ver, têm ouvidos, mas não podem ouvir. Que horror! Os profetas e os sacerdotes profetizam na realidade com falsidade, “e meu próprio povo amou-o assim”, diz Jeová. (5:31) A calamidade vem do norte, e contudo, “desde o menor até mesmo ao maior deles, cada um obtém para si um lucro injusto”. Dizem: “‘Há paz! Há paz’! quando não há paz.” (6:13, 14) Mas, o assolador virá subitamente. Jeová fez de Jeremias um examinador de metais entre eles, mas não há nada senão escória e prata rejeitada. São totalmente maus.

 Aviso de que o templo não é protecção (7:1–10:25).
A palavra de Jeová vem a Jeremias e ele tem de fazer proclamação junto ao portão do templo. Ouça-o proclamar aos que vão entrando nele: ‘Jactam-se sobre o templo de Jeová, mas o que estão fazendo? Oprimem o órfão e a viúva, derramam sangue inocente, andam atrás de outros deuses, furtam, assassinam, adulteram, perjuram e oferecem sacrifícios a Baal! Hipócritas! Têm feito da casa de Jeová “um mero covil de salteadores”. Lembrem-se do que Jeová fez a Silo. Ele fará o mesmo à sua casa, ó Judá, e os lançará fora, assim como lançou fora a Efraim (Israel), ao norte.’ — Jer. 7:4-11; 1 Sam. 2:12-14; 3:11-14; 4:12-22.

 É inútil orar por Judá. O povo até mesmo faz bolos para sacrificar à “rainha dos céus”! Deveras, “esta é a nação cujo povo não obedeceu à voz de Jeová, seu Deus, e que não aceitou a disciplina. Pereceu a fidelidade”. (Jer. 7:18, 28) Judá colocou coisas repugnantes na casa de Jeová, e queimou seus filhos e suas filhas nos altos de Tofete, no vale de Hinom. Eis que será chamado “o vale da matança”, e seus cadáveres servirão de comida para as aves e para os animais. (7:32) A alegria e a exultação hão de cessar em Judá e em Jerusalém.

 Esperava-se a paz e a cura, mas eis o terror! Por causa da obstinação deles, o resultado será dispersão, extermínio e lamentação. ‘Jeová é o Deus vivente e o Rei por tempo indefinido.’ Quanto aos deuses que não fizeram os céus e a terra, não há espírito neles. São vaidade e trabalho de zombaria, e perecerão. (10:10-15) Jeová lançará fora os habitantes do país. Escute! Um grande retumbo desde a terra do norte que desolará as cidades de Judá. O profeta reconhece que ‘não é do homem terreno o dirigir o seu caminho’, e ora pedindo para ser corrigido, a fim de que não seja aniquilado. — 10:23.

 Maldição sobre os que violam o pacto (11:1–12:17). Judá desobedeceu aos termos do seu pacto com Jeová. É em vão que o povo pede ajuda. Jeremias não deve orar por Judá, pois Jeová “acendeu um fogo” para consumir esta outrora frondosa oliveira. (11:16) Jeremias, ameaçado de morte pelo povo de Anatote, sua cidade natal, volta-se para Jeová em busca de força e ajuda. Jeová promete punir os habitantes de Anatote. Jeremias pergunta: ‘Por que é que o caminho dos iníquos tem prosperado?’ Jeová assegura-lhe: ‘Desarraigarei e destruirei a nação desobediente.’ — 12:1, 17.

 Jerusalém é irreformável e está condenada (13:1–15:21).
Jeremias conta que Jeová lhe ordenou que pusesse um cinto de linho sobre seus quadris e daí o escondesse na fenda dum rochedo junto ao Eufrates. Quando Jeremias foi retirá-lo, estava arruinado. “Não prestava para nada.” Assim Jeová mostra a sua decisão de arruinar “o orgulho de Judá e o orgulho abundante de Jerusalém”. (13:7, 9) Jeová espatifará a ambas na embriaguez delas, como grandes talhas cheias de vinho. “Pode o cusita mudar a sua pele ou o leopardo as suas malhas?” (13:23) Da mesma forma, Jerusalém é irreformável. Jeremias não deve orar por seus habitantes. Mesmo que Moisés e Samuel intercedessem por eles a Jeová, este não os escutaria, pois já determinou devotar Jerusalém à destruição. Jeová fortalece a Jeremias para enfrentar os que o virtuperam. Jeremias encontra as palavras de Jeová e as come, resultando em ‘exultação e alegria de seu coração’. (15:16) Não é momento para pilhérias, mas para confiar em Jeová que prometeu estabelecer Jeremias como muralha fortificada de cobre contra aquele povo.

Jeová enviará pescadores e caçadores (16:1–17:27). Em vista da desolação iminente, Jeová dá a seguinte ordem a Jeremias: “Não deves tomar para ti uma esposa e não deves vir a ter filhos e filhas neste lugar.” (16:2) Não é tempo nem de se lamentar nem de banquetear-se com o povo, pois Jeová está prestes a arremessá-los daquela terra. Jeová promete também enviar ‘pescadores para pescá-los e caçadores para caçá-los’, e, com tudo isso, “terão de saber que [seu] nome é Jeová”. (16:16, 21) O pecado de Judá está gravado no seu coração com estilo de ferro, sim, com ponta de diamante. “O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado”, mas Jeová pode esquadrinhar o coração. Ninguém pode enganá-lo. Os apóstatas “abandonaram a fonte de água viva, Jeová”. (17:9, 13) Se Judá não santificar o dia de sábado, Jeová fará que o fogo devore seus portões e suas torres.
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MensagemAssunto: Re: breve resumo de Jeremias   Qui Ago 19, 2010 4:42 am

O oleiro e o barro (18:1–19:15). Jeová ordena a Jeremias que vá à casa do oleiro. Ele observa ali como o oleiro transforma um vaso de barro que está estragado em outro vaso segundo o seu agrado. Jeová declara então ser o Oleiro da casa de Israel, tendo o poder de demolir ou de edificar. A seguir, diz a Jeremias que leve uma botija de oleiro ao vale de Hinom e anuncie ali a calamidade que Jeová fará vir, porque o povo encheu esse lugar de sangue inocente, queimando seus filhos como holocaustos para Baal. Daí, Jeremias precisa quebrar a botija para mostrar como Jeová destroçará Jerusalém e o povo de Judá.

 Não há desistência sob perseguição (20:1-18).
Pasur, o comissário do templo, irritado com a intrépida pregação de Jeremias, coloca-o no tronco por uma noite. Ao ser solto, Jeremias prediz o cativeiro e a morte de Pasur em Babilónia. Angustiado por ser objecto de escárnio e por causa do virtupério lançado contra ele, Jeremias cogita desistir. Entretanto, não consegue ficar calado. A palavra de Jeová vem a ser-lhe ‘no coração como fogo ardente, encerrado nos seus ossos’, de modo que ele se sente compelido a falar. Embora amaldiçoe o dia em que nasceu, ele clama: “Cantai a Jeová! Louvai a Jeová! Porque livrou a alma do pobre da mão dos malfeitores.” — 20:9, 13.

 A indignação de Jeová contra os governantes (21:1–22:30).
Em resposta a uma pergunta de Zedequias, Jeremias lhe informa que a ira de Jeová se acendeu contra a cidade: O rei de Babilónia a sitiará, e ela será destruída pela pestilência, pela espada, pela fome e pelo fogo. Salum (Jeoacaz) morrerá no exílio, Jeoiaquim será sepultado como um jumento, e seu filho Conias (Joaquim) será lançado fora de Judá para morrer em Babilónia.

 Esperança num “renovo justo” (23:1–24:10). Jeová promete que verdadeiros pastores substituirão os pastores falsos, e que “um renovo justo”, da descendência de Davi, um rei, “há de reinar e agir com discrição, e executar o juízo e a justiça na terra”. Qual é o seu nome? “Será chamado: Jeová É Nossa Justiça.” Ele ajuntará o restante disperso. (23:5, 6) Se os profetas tivessem ficado no grupo íntimo de Jeová, teriam feito o povo ouvir e desviar-se do seu caminho mau. Ao contrário, diz Jeová, “fazem meu povo vaguear por causa das suas falsidades”. (23:22, 32) “Eis duas cestas de figos.” Jeremias usa os figos bons e os ruins para ilustrar que um restante fiel retornará à sua terra no favor de Deus, ao passo que outro grupo terá um fim calamitoso. — 24:1, 5, 8-10.

 A controvérsia de Jeová com as nações (25:1-38).
Este capítulo resume os julgamentos expostos em pormenores nos capítulos 45-49. Por meio de três profecias paralelas, Jeová pronuncia agora calamidade para todas as nações da terra. Em primeiro lugar, Nabucodorosor é identificado com o servo de Jeová para devastar a Judá e as nações em sua volta, e “estas nações terão de servir ao rei de Babilónia por setenta anos”. Depois disso, será a vez de Babilónia, e ela se tornará “baldios desolados por tempo indefinido”. — 25:1-14.

 A segunda profecia consiste na visão do copo de vinho do furor de Jeová. Jeremias tem de levar esse copo às nações, e elas “terão de beber, e balouçar, e agir como homens endoidecidos”, porque Jeová as destruirá. Primeiro, tem de levá-lo a Jerusalém e a Judá! Daí, ao Egipto, depois, à Filístia, em seguida, tem de passar para o outro lado, para Edom, depois para cima, para Tiro, a países em toda a parte, e para “todos os outros reinos da terra que há na superfície do solo; e o próprio rei de Sesaque beberá após eles”. ‘Beberão, vomitarão e cairão’. Nenhum deles será poupado. — 25:15-29.

 Na terceira profecia, Jeremias emprega um estilo poético de extrema beleza. “Do alto bramirá o próprio Jeová . . . contra todos os habitantes da terra.” Um barulho, uma calamidade, uma grande tormenta! “E os mortos por Jeová certamente virão a estar naquele dia de uma extremidade da terra até à outra extremidade da terra.” Não haverá lamentos nem sepultamentos. Serão como estrume sobre o solo. Os falsos pastores serão mortos junto com os majestosos do seu rebanho. Não há escape para eles. Ouça o uivo deles! O próprio Jeová “está assolando seu pasto . . . por causa da sua ira ardente”. — 25:30-38.

 Jeremias vindicado (26:1–28:17)
. Os governantes e o povo conspiram matar Jeremias. O profeta faz a sua defesa. É a palavra de Jeová que ele falou. Se o matarem, terão matado um homem inocente. O veredicto: não culpado. Os anciãos relembram os precedentes dos profetas Miquéias e Urijá, ao considerarem o caso de Jeremias. A seguir, Jeová ordena a Jeremias que faça ligaduras e jugos e os ponha sobre seu pescoço, e daí os envie às nações vizinhas para anunciar que serão subjugadas pelo rei de Babilónia por três gerações de governantes. Hananias, um dos falsos profetas, opõe-se a Jeremias. Declara que o jugo de Babilónia será quebrado em dois anos, e retrata isto quebrando o jugo de madeira. Jeová reforça a sua profecia, mandando Jeremias fazer jugos de ferro e anunciar que Hananias morrerá naquele ano. Hananias morre mesmo.
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MensagemAssunto: Re: breve resumo de Jeremias   Qui Ago 19, 2010 4:46 am

Consolo para os exilados em Babilónia (29:1–31:40). Jeremias escreve aos exilados levados a Babilónia com Jeconias (Joaquim): Estabeleçam-se aí, pois haverá um período de 70 anos de exílio antes de Jeová os trazer de volta. Jeová ordena a Jeremias que escreva num livro a respeito do retorno deles: Jeová quebrará seu jugo, e eles “certamente servirão a Jeová, seu Deus, e a Davi, seu rei, a quem [eu, Jeová] levantarei para eles”. (30:9) Raquel deve reter sua voz do choro, pois seus filhos certamente “retornarão da terra do inimigo”. (31:16) E, agora, uma declaração tranquilizadora de Jeová! Ele concluirá com as casas de Judá e de Israel um novo pacto. Este pacto será muito maior do que aquele que eles violaram! Jeová escreverá a sua lei no íntimo deles, no seu coração. “E vou tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo.” Desde o menor até o maior, todos conhecerão a Jeová, e ele perdoará o erro deles. (31:31-34) A sua cidade será reedificada como algo santo para Jeová.

 Confirmado o pacto de Jeová com Davi (32:1–34:22). Durante o último sítio de Jerusalém, por parte de Nabucodorosor, Jeremias fica sob restrição. Todavia, como sinal de que Jeová há de restaurar Israel, Jeremias compra um campo em Anatote e guarda as escrituras num vaso de barro. A palavra de Jeová traz agora boas novas: Judá e Jerusalém se regozijarão de novo, e Jeová cumprirá o seu pacto com Davi. Mas tu, ó Zedequias, fica avisado de que o rei de Babilónia incendiará esta cidade e tu mesmo irás ao cativeiro em Babilónia. Ai dos donos de escravos que concordaram em libertar seus escravos, mas violaram o seu pacto!

 A promessa de Jeová a Recabe (35:1-19).
Nos dias do Rei Jeoiaquim, Jeová envia Jeremias aos recabitas. Estes haviam buscado refúgio em Jerusalém quando os babilônios se aproximaram pela primeira vez. Jeremias lhes oferece vinho. Eles recusam beber, por causa da ordem de seu antepassado Jonadabe, dada mais de 250 anos antes. Deveras, que notável contraste com a conduta infiel de Judá! Jeová lhes promete: “De Jonadabe, filho de Recabe, não se decepará homem, impedindo-o de ficar de pé diante de mim para sempre.” — 35:19.

 Jeremias reescreve o livro (36:1-32). Jeová ordena a Jeremias que escreva todas as palavras de suas profecias até a data. Jeremias as dita a Baruque, que então as lê em voz alta na casa de Jeová, num dia de jejum. O Rei Jeoiaquim manda trazer o rolo, e, ao ouvir uma parte dele, rasga-o furiosamente e o joga no fogo. Ele dá ordens para prenderem Jeremias e Baruque, mas Jeová os esconde e ordena a Jeremias que reescreva o rolo.

 Os últimos dias de Jerusalém (37:1–39:18).
A narrativa volta ao reinado de Zedequias. Este rei pede a Jeremias que ore a Jeová em favor de Judá. O profeta recusa fazer isso, dizendo que é certa a destruição de Jerusalém. Jeremias tenta ir a Anatote, mas é apanhado como desertor, é espancado e encarcerado por muitos dias. Daí, Zedequias manda buscá-lo. Há alguma palavra da parte de Jeová? Sim, certamente que há! “Serás entregue na mão do rei de Babilónia!” (37:17) Furiosos com a sua persistência em profetizar ruína, os príncipes lançam Jeremias numa cisterna cheia de lama. Ebede-Meleque, o etíope, eunuco na casa do rei, intercede bondosamente pelo profeta, de modo que Jeremias é socorrido da morte lenta, mas fica em detenção no Pátio da Guarda. Zedequias novamente manda buscar Jeremias que lhe dá o conselho: ‘Entregue-se ao rei de Babilónia, senão irá ao cativeiro e Jerusalém será destruída!’ — 38:17, 18.

 O sítio de Jerusalém dura 18 meses, e, no 11.° ano de Zedequias, faz-se uma brecha na cidade. O rei foge com o seu exército, mas é apanhado. Seus filhos e os nobres são chacinados diante de seus olhos, e ele é cegado e levado em grilhões para Babilónia. A cidade é incendiada e reduzida a ruínas, e todos, excepto alguns pobres, são levados ao exílio em Babilónia. Por ordem de Nabucodorosor, Jeremias é solto do pátio da guarda. Antes de sua soltura, o profeta fala a Ebede-Meleque sobre a promessa de Jeová de o salvar, ‘porque confiou em Jeová’. — 39:18.

 Últimos eventos em Mispá e no Egipto (40:1–44:30).
Jeremias fica em Mispá com Gedalias, a quem os babilónios nomeiam governador sobre o povo remanescente. Dois meses mais tarde, Gedalias é assassinado. O povo procura o conselho de Jeremias, e ele lhes transmite a palavra de Deus: ‘Jeová não os desarraigará desta terra. Não temam por causa do rei de Babilónia. Se, porém, descerem ao Egipto, morrerão!’ Assim mesmo, eles descem ao Egipto, levando a Jeremias e a Baruque com eles. Em Tafnes, no Egipto, Jeremias dá a conhecer o julgamento de condenação pronunciado por Jeová: O rei de Babilónia estabelecerá o seu trono no Egipto. É em vão Israel adorar os deuses do Egipto e oferecer de novo sacrifícios à “rainha dos céus”. Esqueceram os israelitas que Jeová trouxe desolação sobre Jerusalém por causa de sua idolatria? Jeová trará calamidade sobre eles na terra do Egipto, e não retornarão a Judá. Como sinal, Jeová entregará o próprio Faraó Hofra nas mãos dos seus inimigos.

 A sorte de Baruque (45:1-5). Baruque fica muito angustiado de ouvir as repetidas profecias de condenação proferidas por Jeremias. Baruque é aconselhado a pensar primeiro na obra de Jeová de edificar e de derrubar em vez de procurar “grandes coisas” para si mesmo. (45:5) Ele será salvo de toda a calamidade.

 A espada de Jeová contra as nações (46:1–49:39).
Jeremias fala das vitórias de Babilónia sobre o Egipto em Carquemis e em outras partes. Embora as nações sejam exterminadas, Jacó permanecerá, mas não ficará impune. “A espada de Jeová” virá contra os filisteus, contra o orgulhoso Moabe e o jactancioso Amom, contra Edom e Damasco, Quedar e Hazor. (47:6) O arco de Elão será quebrado.

 A espada de Jeová contra Babilónia (50:1–51:64). Jeová fala a respeito de Babilónia: Contem-no entre as nações. Não ocultem nada. Babilónia foi capturada e os seus deuses foram envergonhados. Fujam dela. Qual malho, ela que esmagou as nações de toda a terra, ela própria foi quebrada. “Ó Presunção”, opressora dos cativos Israel e Judá, saiba que Jeová dos exércitos é o Resgatador deles. Babilónia se tornará um covil de animais uivantes. “Como se deu no derrubamento de Sodoma e de Gomorra, . . . por Deus . . ., não morará ali nenhum homem.” (50:31, 40) Babilónia tem sido um copo de ouro nas mãos de Jeová para embriagar as nações, mas, subitamente, ela caiu, de modo que ela própria está destroçada. Uivai por ela, povos. Jeová despertou o espírito dos reis dos medos para que a arruínem. Os poderosos de Babilónia deixaram de lutar. Tornaram-se como mulheres. A filha de Babilónia será pisada, tornando-se dura como a eira. “Terão de dormir um sono de duração indefinida, do qual nunca acordarão.” O mar veio e cobriu Babilónia com a multidão das ondas. “Saí do meio dela, ó meu povo, e ponde cada um a sua alma a salvo da ira ardente de Jeová.” (51:39, 45) Ouça o clamor, o grande estrondo de Babilónia! As armas de guerra de Babilónia têm de ser fragmentadas, pois Jeová é um Deus de recompensa. Sem falta, ele retribuirá.

 Jeremias ordena a Seraías: ‘Vai a Babilónia e lê em voz alta estas palavras da profecia contra Babilónia. Daí, amarra uma pedra no livro e lança-o no meio do Eufrates. “E terás de dizer: ‘Assim afundará Babilónia e nunca mais se levantará por causa da calamidade que trago sobre ela.’”’ — 51:61-64.

 História da queda de Jerusalém (52:1-34).
Este relato é quase idêntico ao abrangido antes em 2 Reis 24:18-20; 25:1-21, 27-30.
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