À Procura da Verdade

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 leis para protecção

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são vieira



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MensagemAssunto: leis para protecção   Sex Jul 31, 2009 3:24 am

as leis delineadas no livro de Levítico eram de inestimável valor para os que as acatavam que estavam séculos à frente de seu tempo...

Mediante as leis sanitárias e dietéticas, bem como os regulamentos sobre a moral sexual, proveram-se-lhes salvaguardas contra a doença e a depravação. (Le, caps. 11-15, 18) Tais leis, porém, os beneficiavam principalmente em sentido espiritual, porque os habilitavam a familiarizar-se com os santos e justos modos de agir de Jeová, e ajudavam-nos a ajustar-se a tais. (11:44) Ademais, os regulamentos delineados nesta parte da Bíblia, como parte da Lei, serviam como tutor para conduzir os crentes a Jesus Cristo, o grande Sumo Sacerdote de Deus, e aquele prefigurado pelos incontáveis sacrifícios oferecidos em harmonia com a Lei. — Gál 3:19, 24; He 7:26-28; 9:11-14; 10:1-10.
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Sex Jul 31, 2009 8:08 am

Estas leis foram abolidas na cruz ???
Alguma lei foi abolida ? Elas ainda são válidas nos dias de hoje ?
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MensagemAssunto: O que a lei mosaica significa para OS CRISTÃOS   Sex Jul 31, 2009 9:47 am

UMA questão muito debatida nos dias do apóstolo Paulo era se os cristãos gentios eram obrigados a harmonizar-se com os requisitos da Lei mosaica. É verdade que no ano 36 EC descera espírito santo sobre gentios incircuncisos. Mas alguns cristãos de origem judaica estavam convictos de que os discípulos gentios deviam ser circuncidados e ensinados a observar a Lei de Moisés. Era realmente necessário que guardassem essa Lei ou talvez parte dela? Por volta de 49 EC, a questão foi apresentada ao corpo governante em Jerusalém. — Atos 10:44-48; 15:1, 2, 5.

O resultado é de vivo interesse para nós. Por quê? Não é só porque às vezes encontramos pessoas que argumentam que os cristãos têm de satisfazer certos requisitos da Lei, tais como a observância do sábado, mas também porque a própria Bíblia diz que “a lei . . . é santa, e o mandamento é santo, e justo, e bom” (Rom. 7:12) Embora seja chamada de Lei mosaica, por Moisés ter sido o mediador do pacto da Lei, este código de leis realmente se originou de Jeová Deus. — Êxo. 24:3, 8.

POR QUE A LEI?

A maneira de encararmos hoje a Lei é influenciada pelo entendimento que temos sobre o motivo de Jeová ter dado a Israel um código de leis. As Escrituras explicam: “Ela foi acrescentada [ao pacto abraâmico] para tornar manifestas as transgressões, até que chegasse o descendente a quem se fizera a promessa . . . A Lei, por conseguinte, tornou-se o nosso tutor, conduzindo a Cristo, para que fôssemos declarados justos devido à fé.” (Gál. 3:19, 24) Como fazia isso a Lei?

Por estabelecer um modelo perfeito, abrangendo as diversas facetas da vida, mostrava que os judeus eram pecadores. Tornava-se evidente que, apesar de todas as boas intenções e esforços diligentes, eles não podiam satisfazer os requisitos dela. Usando os judeus como exemplo da família humana imperfeita, a Lei expunha todo o mundo, inclusive cada um de nós, como pecadores, sujeitos à punição por Deus. (Rom. 3:19, 20) Salientava assim a necessidade dum salvador para a humanidade, e conduzia os fiéis a Jesus Cristo, como este Salvador. De que modo? Identificou-o como o único que cumpriu a Lei perfeitamente, sendo assim o único humano que não tinha pecado. Os sacrifícios de animais, sob a Lei, tinham apenas um valor limitado, mas Jesus, como homem perfeito, podia oferecer a sua vida como sacrifício que eliminaria realmente o pecado e abriria o caminho para a vida eterna de todos os que exercessem fé. — João 1:29; 3:16; 1 Ped. 1:18, 19.

Com este fundo histórico em mente, como responderia às seguintes perguntas?

Destinava-se a Lei mosaica de algum modo a ser obrigatória para toda a humanidade? (Sal. 147:19, 20; Êxo. 31:12, 13)

Deu Jeová alguma indicação a Israel de que algum dia o pacto da Lei havia de terminar? (Jer. 31:31-33; Heb. 8:13)

Será que os Dez Mandamentos, inclusive o requisito de se observar o sábado semanal, permaneceram em vigor depois de se cancelar o restante da Lei? (Col. 2:13, 14, 16; 2 Cor. 3:7-11 [conforme tornado claro por Êxodo 34:28-30]; Rom. 7:6, 7)

Por que meios terminou Jeová o pacto da Lei? (Col. 2:13-17; Mat. 5:17, 18; Rom. 10:4)


Em vista disso, em que implica o argumento de que a Lei mosaica ainda está em vigor? Na realidade, constitui um repúdio da fé em Jesus Cristo. Por quê? Porque tal conceito rejeita o fato de Jesus ter cumprido a Lei, abrindo assim o caminho para Deus terminá-la. Àqueles que professavam ser cristãos, mas que se deixavam levar por argumentos a favor da guarda da Lei, ou de alguma parte dela, o apóstolo Paulo escreveu incisivamente: “Estais apartados de Cristo, quem quer que sejais que tenteis ser declarados justos por meio de lei; decaístes da sua benignidade imerecida.” — Gál. 5:4; veja também Romanos 10:2-4.

Os que argumentam a favor da continuidade de certos aspectos da Lei não entendem plenamente que a condição justa perante Deus não depende das obras da Lei que a pessoa faz, mas da fé que ela tem no valor do sacrifício de Jesus. (Gál. 3:11, 12) Acham que a pessoa precisa mostrar-se justa por meio de tais obras — algo que é impossível a humanos imperfeitos. De fato, é importante fazer obras em obediência às ordens de Deus e de Cristo que se aplicam aos cristãos. (Tia. 2:15-17; Mat. 28:19, 20) Elas são a maneira de demonstrarmos nosso amor e nossa fé, e a falta deles indicaria que nossa fé está morta. Mas não podemos merecer a salvação, não importa quanto nos esforcemos. Nenhuma salvação do pecado e da morte seria possível sem o sacrifício de Jesus Cristo. A vida eterna é assim uma dádiva de Deus por meio de Jesus Cristo, uma expressão de extraordinária benignidade imerecida, e não o pagamento por nossas obras. — Efé. 2:8, 9; Rom. 3:23, 24; 6:23.

Quando a questão da aplicação da Lei mosaica aos cristãos gentios foi apresentada ao corpo governante em Jerusalém, no primeiro século, a decisão deste estava em harmonia com esses fatos. Eles reconheceram que Jeová não exigia que os crentes gentios realizassem obras em obediência à Lei mosaica antes de se derramar sobre eles espírito santo. A decisão desse corpo governante alistou como “coisas necessárias” certas proibições que estavam em harmonia com essa Lei, mas que se baseavam no registro bíblico sobre eventos que antecederam à Lei. De modo que não se impôs aos cristãos gentios a responsabilidade de se harmonizarem com a Lei mosaica ou com parte dela, mas, antes, confirmaram-se as normas reconhecidas já antes de Moisés. — Atos 15:28, 29; veja Gênesis 9:3, 4; 34:2-7; 35:2-5.

Depois de Pentecostes de 33 EC, nem mesmo os próprios judeus eram obrigados por Deus a continuarem a acatar o código da Lei mosaica. E os judeus que exerciam fé viam nisso um motivo especial para se alegrarem. Por quê? Embora os gentios também fossem pecadores e assim estivessem morrendo, só os judeus haviam sofrido a maldição de Deus por serem violadores do pacto da Lei. Mas, pela maneira em que Cristo morreu — pregado numa estaca como se fosse um criminoso amaldiçoado — ele tomou o lugar dos judeus que tivessem fé nele e proveu-lhes o livramento da penalidade incorrida em resultado de sua desobediência à Lei. (Gál. 3:10-13) Proveu-lhes assim um perdão que eles nunca teriam tido sob a Lei mosaica. — Atos 13:38, 39.

A Lei, de fato, havia separado os judeus dos gentios. Impunham-se aos judeus requisitos que não se aplicavam aos gentios, e os gentios incircuncisos estavam impedidos de participar plenamente com os judeus na sua adoração. (Veja Êxodo 12:48; Atos 10:28.) Mas, uma vez que a Lei tinha cumprido seu objetivo e fora removida, era possível que os judeus e os gentios incircuncisos fossem unidos por meio de Cristo na adoração do único Deus verdadeiro. — Efé. 2:11-18.

O CONHECIMENTO DA LEI NOS BENEFICIA

Embora hoje não estejamos sob a Lei, o conhecimento dela é de grande benefício para cada um de nós. De que modo? Lembre-se de que Jesus nasceu duma mãe judia e veio a estar sob a Lei mosaica. Certas coisas que ele fez só podem ser plenamente entendidas à base do conhecimento dos requisitos dessa Lei. (Gál. 4:4; veja Lucas 22:7, 8.) Também realizou seu ministério entre gente que estava sob essa Lei. De modo que seus ensinos muitas vezes baseavam-se em situações relacionadas com a Lei. — Veja Mateus 5:23, 24.

Após a sua ressurreição, Jesus lembrou aos seus discípulos que sua vida como homem havia cumprido as coisas escritas sobre ele na Lei, nos Profetas e nos Salmos (Luc. 24:44) Também, o apóstolo Paulo se referiu a particularidades relacionadas com o pacto da Lei como “representação típica e como sombra das coisas celestiais”, e ele disse que “a Lei tem uma sombra das boas coisas vindouras”. (Heb. 8:4, 5; 10:1) A Lei mosaica inclui pormenores espantosos que têm cumprimento no sacerdócio de Jesus Cristo e no sacrifício de sua vida humana. Nossa compreensão deles pode aumentar o significado de tais provisões para nós. Entre os modelos proféticos encontram-se pormenores que apontavam para o arranjo atual de adoração aceitável de Jeová no seu grande templo espiritual. Ao passo que nosso entendimento deles aumenta, nosso apreço pela congregação ungida com espírito e seu papel sob Jesus Cristo, em conexão com a nossa adoração, também aumenta.

A Lei mosaica faz parte das Escrituras inspiradas por Deus, todas elas sendo ‘proveitosas para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas’. (2 Tim. 3:16) Pesquisarmos os princípios duradouros em que a Lei se baseia e meditarmos sobre eles pode ajudar-nos a aumentar em nós o desejo de coração de fazer aquilo que agrada a Deus. Se percebermos o espírito indicado pela Lei e refletirmos este espírito em nossa vida, de quanto benefício isso pode ser!

Jesus ilustrou isso eficientemente no seu Sermão do Monte. Falando a pessoas que então estavam sob a Lei, mostrou que, em vez de apenas se refrearem de assassinar, elas precisavam desarraigar qualquer tendência de continuar iradas e refrear-se de usar sua língua em expressões depreciativas sobre seus irmãos. Em vez de estarem contentes de nunca terem cometido adultério, deviam nem mesmo olhar libidinosamente para uma mulher. Assim como eles, também nós devemos esforçar-nos a usar todos os membros do nosso corpo em harmonia com os modos justos de Jeová. (Mat. 5:21, 22, 27-30; veja também Romanos 13:8-10.) Se fizermos isso, mostraremos que também entendemos o significado do maior mandamento na Lei: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.” (Mat. 22:36, 37) Isso certamente nos achegará mais a Jeová Deus. Embora não estejamos sob o código da Lei mosaica, definitivamente tiraremos proveito do conhecimento exacto dos princípios em que ela se baseia e dos modelos proféticos que contém.
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MarcioAlmeida



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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Sex Jul 31, 2009 3:29 pm

Apocalipse 14:12 Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Será que a lei realmente não deva ser observada como lei ???
É claro que o ideal é que nós cumpramos as leis sem nem mesmo nos atermos aos seus termos, assim como usar o cinto de segurança ao dirigir um carro, devemos coloca-lo por ser nossa segurança, não por que podemos ser multados caso não o usemos.
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Sex Jul 31, 2009 4:52 pm

(Romanos 10:4) . . .Porque Cristo é o fim da Lei, para que todo aquele que exercer fé possa ter justiça.
As Escrituras declaram especificamente que o sacrifício de Cristo “aboliu . . . a Lei de mandamentos, consistindo em decretos”, e que Deus “apagou o documento manuscrito que era contra nós, que consistia em decretos . . . e Ele o tirou do caminho por pregá-lo na estaca de tortura”. O que foi ‘abolido’, ‘apagado’ e ‘tirado do caminho’ era a inteira Lei mosaica. (Ef 2:13-15; Col 2:13, 14)


o mais importante já não era mais a lei escrita mas os principios nela contidos...por exemplo, a lei mosaica exigia a ciruncisão fisica mas com o fim da lei o principio estabelecido é: circuncisão no coração...

(Romanos 2:29) . . .Mas judeu é aquele que o é no íntimo, e a [sua] circuncisão é a do coração, por espírito, e não por um código escrito. O louvor desse não vem de homens, mas de Deus.

assim tb o sábado... fim da lei ficou o principio:devemos reservar tempo regular para o serviço a Deus...
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MarcioAlmeida



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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Sex Jul 31, 2009 5:25 pm

Rom. 3:31 Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.

Para mim é bastante lógico que não devo seguir os desejos de Deus por causa da lei, mas dizer que a lei foi abolida dá a entender que ela deixou de ser o recurso para nos guiar no caminho da verdade.
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Sex Jul 31, 2009 5:30 pm

a lei tinha um propósito especifico com uma nação especifica mas como sabemos tanto a lei escrita, o templo e incluindo a nação deixaram de existir para passar a vigorar algo maior, mais profundo... e espiritual... a fé é um requisito fundamental e que poucos entendem o que realmente significa
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Dom Ago 02, 2009 4:14 am

o que é mandamento? é uma ordem... e as escrituras estão repletas de ordens das quais temos de cumprir mas dizer que temos de cumprir com toda a lei estrita para a nação de Israel... não...

(Colossenses 2:13-17) . . .. Ele nos perdoou bondosamente todas as nossas falhas 14 e apagou o documento manuscrito [que era] contra nós, que consistia em decretos e que estava em oposição a nós; e Ele o tirou do caminho por pregá-lo na estaca de tortura. 15 Desnudando os governos e as autoridades, exibiu-os abertamente em público como vencidos, conduzindo-os por meio dela numa procissão triunfal. 16 Portanto, nenhum homem vos julgue pelo comer ou pelo beber, ou com respeito a uma festividade ou à observância da lua nova ou dum sábado; 17 pois estas coisas são sombra das coisas vindouras, mas a realidade pertence ao Cristo.


resumo: visto que os judeus sinceros ainda se apegavam á adoração imposta pela lei escrita, os que não a faziam e começaram a seguir a Cristo não os deviam julgar por isso... mas o objectivo era seguir a lei de Cristo...

em que sentido Jesus veio cumprir a lei? será que estava a falar da lei escrita?

Jesus declarou no seu famoso Sermão do Monte: “Não penseis que vim destruir a Lei ou os Profetas. Não vim destruir, mas cumprir.” (Mat. 5:17) Ou conforme a Versão no Inglês de Hoje verte esta última sentença: “Não vim para eliminá-los, mas para tornar seus ensinos em realidade.” Visto que Jesus veio para tornar os ensinos dos profetas em realidade, sua vinda constituía uma garantia de que as profecias deles, sobre o estabelecimento do paraíso na terra, seriam cumpridas. As seguintes são apenas algumas delas: Salmos 37:11, 29; 72:1-8, 16-19; 115:16; Isaías 9:6, 7; 11:1-10; 45:18; Daniel 2:34, 35, 44, 45; 7:13, 14.

Também no Sermão do Monte, Jesus mostrou de modo bastante claro que a terra deve desempenhar um papel na realização da vontade ou do propósito de Deus. Ensinou aos seus seguidores a orar: “Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” (Mat. 6:9, 10) Relacionou o cumprimento da vontade de Deus na terra com a vinda do reino de Deus, que não é senão o reino messiânico. Portanto, a oração do Pai-Nosso, é na realidade, entre outras coisas, uma oração pelo cumprimento das promessas messiânicas relacionadas com a esperança do milénio...
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Pedro Miguel



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MensagemAssunto: Leis Bíblicas Incorporadas na Constituição dos Estados Unidos   Qua Ago 05, 2009 3:07 pm

O artigo III, seção 3, da Constituição dos Estados Unidos, diz: “Ninguém será condenado por traição senão mediante o depoimento de duas testemunhas sobre o mesmo ato, ou mediante confissão em sessão pública do tribunal.”
Isto é similar à lei bíblica, que declara: “Uma só testemunha não se deve levantar contra um homem com respeito a qualquer erro ou qualquer pecado . . . O assunto deve ficar de pé pela boca de duas testemunhas ou pela boca de três testemunhas.” — Deut. 19:15.
A mesma seção da Constituição prossegue dizendo que “não será permitida a morte civil ou o confisco dos bens, a não ser durante a vida do condenado”. O que significa isto? Significa que a família de uma pessoa declarada culpada de traição não pode ser punida pelo que a pessoa fez.
Esta é também uma lei bíblica. “Os pais não devem ser mortos por causa dos filhos e os filhos não devem ser mortos por causa dos pais. Cada um deve ser morto pelo seu próprio pecado.” — Deut. 24:16.
Igualdade Perante a Lei
A Constituição prevê que ninguém, nem mesmo o presidente dos Estados Unidos, está acima da lei. Se for culpado de mau procedimento e destituído do cargo, o presidente “estará sujeito . . . a ser processado, julgado e condenado de acordo com a lei”. — Artigo I, Seção 3.
Neste caso a Constituição vai além da lei comum britânica que em geral não se aplica ao rei. Contudo, a Constituição não vai além da lei bíblica, que diz o seguinte a respeito do rei: “Tem de suceder que, quando se tiver assentado no trono do seu reino, ele terá de escrever para si num livro uma cópia desta lei daquela que está ao cargo dos sacerdotes . . . e ele tem de ler nele todos os dias da sua vida, a fim de aprender a temer a Jeová, seu Deus, para guardar todas as palavras desta lei e estes regulamentos, cumprindo-os.” (Deut. 17:18, 19) O Rei certamente não estava acima da lei!
A Décima Quarta Emenda a Constituição mais tarde desenvolveu a idéia de igualdade perante a lei, dizendo que nenhum estado poderia “privar qualquer pessoa de sua vida, liberdade, ou bens sem processo legal, ou negar a qualquer pessoa sob sua jurisdição a igual proteção das leis”. — Seção 1.
A lei de Moisés disse a mesma coisa! “Não deves tratar com parcialidade ao de condição humilde e não deves dar preferência à pessoa do grande. Com justiça deves julgar o teu colega.” — Lev. 19:15.
Significativamente, a eqüitativa proteção das leis israelitas estendia-se aos estrangeiros residentes ‘dentro da jurisdição’ de Israel. “Deve haver uma só lei para o natural e para o residente forasteiro.” — Êxo. 12:49.
Esta insistência na eqüidade é surpreendente quando consideramos que os reis de outras nações nos dias de Israel eram muitas vezes governantes absolutos, inteiramente acima da lei. Ainda mais, as leis babilônias e assírias que datam aproximadamente do mesmo período da lei de Moisés habitualmente exercem discriminação contra as classes pobres.
Esta discriminação de classes na lei não desapareceu junto com os babilônios. Na Inglaterra, tão recentemente como algumas centenas de anos atrás, um homem pobre poderia ser enforcado por um simples roubo, mas alguém que soubesse ler — por conseguinte membro duma classe especial, tal como um clérigo — poderia cometer assassinato e receber apenas uma punição leve! — Biblical Law (Lei Bíblica), H. B. Clark, pp. 269, 270.
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Qua Ago 05, 2009 4:03 pm

pena que a lei do homem não se rege a 100% pela lei divina... seria mais justa
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Dom Ago 29, 2010 5:17 am

Assim como as leis físicas, as leis divinas de moral são para a nossa protecção e o nosso bem. Semear desprezo por Deus certamente trará maus resultados. Desaprovar as normas de Deus seria o mesmo que desaprovar a lei da gravidade. Qualquer que seja a nossa opinião pessoal, nós a desafiamos com o risco de nossa própria vida!

Quando o homem atravessou as guardas de protecção das leis de Deus, as consequências foram desastrosas!


Última edição por são vieira em Dom Ago 29, 2010 5:44 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Dom Ago 29, 2010 5:38 am

Os princípios piedosos da Bíblia ensinam-nos a viver dum modo que resulta em benefícios físicos. Por exemplo, aprendemos a evitar práticas que aviltam o corpo, tais como o vício do fumo e de outras drogas. Evitamos exceder-nos em bebidas alcoólicas. (2 Coríntios 7:1) Acatarmos as leis de moral de Deus serve de protecção contra doenças sexualmente transmissíveis. (1 Coríntios 6:18) Por seguirmos o conselho de Deus, de evitar o amor ao dinheiro, não acabamos com a nossa paz mental, como muitos fizeram na busca de riquezas. (1 Timóteo 6:10)
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MensagemAssunto: Re: leis para protecção   Dom Ago 29, 2010 5:41 am

A palavra “obedecer”, nas suas várias formas, ocorre mais de 160 vezes na Bíblia. Além disso, há centenas de referências a leis, ordens, mandamentos, decisões judiciais e regulamentos de Deus, todos os quais requerem submissão. Não há dúvida de que Deus considera a obediência como requisito para se obter a sua aprovação. Deveras, a obediência é indispensável para se desenvolver um relacionamento com Jeová. (1 Samuel 15:22) Lamentavelmente, a tendência natural humana não é a obediência, mas a desobediência. “A inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade”, diz a Bíblia. (Génesis 8:21) Portanto, é preciso aprender a lição da obediência não só na infância, mas em toda a vida. Isso resulta numa grandiosa recompensa.
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