À Procura da Verdade

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 criação ou evolução?

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são vieira



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MensagemAssunto: criação ou evolução?   criação ou evolução? EmptyQui Ago 12, 2010 1:42 pm

O astrónomo Robert Jastrow diz: “Para o dissabor deles, [os cientistas] não dispõem duma resposta precisa, porque os químicos jamais tiveram êxito em reproduzir as experiências da natureza sobre a criação da vida à partir da matéria inanimada. Os cientistas não sabem como isso aconteceu.” — The Enchanted Loom: Mind in the Universe (Nova Iorque, 1981), p. 19.

O evolucionista Loren Eiseley reconheceu: “Após censurar o teólogo pela sua confiança no mito e no milagre, a Ciência viu-se na posição, que nada tinha de invejável, de ter de criar uma sua mitologia, isto é, de ter de assumir que aquilo que, após longo esforço, não podia ser provado tivesse acontecido hoje, se verificara, realmente, no passado primevo.” — A Imensa Jornada (Trad. de Aldo Della Nina, São Paulo, SP, Brasil, 1964), p. 164.

Segundo a revista New Scientist: “Um crescente número de cientistas, mais especificamente um avolumante número de evolucionistas . . . argumenta que a teoria darwiniana da evolução não é, de jeito nenhum, uma teoria genuinamente científica. . . . Muitos de tais críticos dispõem das mais altas credenciais intelectuais.” — 25 de Junho de 1981, p. 828.

O físico H. S. Lipson disse: “A única explicação aceitável é a criação. Sei que isto é anátema para os físicos, como deveras é para mim, mas não devemos rejeitar uma teoria da qual não gostamos, se a evidência experimental a apoia.” (Grifo acrescentado.) — Physics Bulletin, 1980, Vol. 31, p. 138.

A revista científica Discover dizia: “A evolução . . . não está sob o ataque apenas de cristãos fundamentalistas, mas também é questionada por cientistas de grande reputação. Entre os paleontólogos, cientistas que estudam os fósseis, há crescente discordância.” — Outubro de 1980, p. 88.

O Bulletin do Museu Field de História Natural, de Chicago, EUA, indicava: “A teoria da [evolução], de Darwin, sempre esteve estreitamente vinculada com a evidência fóssil, e, provavelmente, a maioria das pessoas presume que os fósseis desempenham uma parte importantíssima no argumento geral a favor das interpretações darwinianas da história da vida. Infelizmente, isto não é estritamente verídico. . . . a documentação geológica não apresentava naquele tempo, e ainda não apresenta, uma cadeia finamente graduada de evolução lenta e progressiva.” — Janeiro de 1979, Vol. 50, N.° 1, pp. 22, 23.

O zoólogo Harold Coffin diz:
“Caso fosse correta a evolução progressiva do simples para o complexo, deveriam ser encontrados os ancestrais dessas criaturas viventes completamente desabrochados no cambriano; mas, não foram encontrados, e os cientistas admitem que existe muito pouca perspectiva de serem algum dia encontrados. À base apenas destes fatos e à base do que realmente é encontrado na terra, a teoria dum ato criativo súbito, em que as principais formas de vida foram estabelecidas, enquadra-se melhor.” — Liberty, de Setembro/Outubro de 1975, p. 12.

The Encyclopedia Americana reconhece:
“Parece difícil conciliar o fato de que a maioria das mutações são prejudiciais ao organismo com o conceito de que as mutações são a fonte das matérias-primas para a evolução. Deveras, os mutantes ilustrados nos compêndios de biologia são uma colecção de aleijões e monstruosidades, e a mutação parece ser um processo destrutivo, em vez de construtivo.” — (1977), Vol. 10, p. 742.

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MensagemAssunto: Re: criação ou evolução?   criação ou evolução? EmptyQui Ago 12, 2010 2:15 pm

O Abismo Entre Peixes e Anfíbios-Afirma o livro Os Peixes: “Somos levados a pensar que eles talvez tenham alguma conexão directa com os anfíbios que deram origem aos vertebrados terrestres. Mas não têm; constituem um grupo totalmente separado.”4 David Attenborough desqualifica tanto os peixes-pulmonados como o celacanto “porque os ossos de seus crânios diferem tanto dos ossos dos primeiros anfíbios fósseis que um não poderia derivar-se do outro”

O Abismo Entre Anfíbios e Répteis-o evolucionista Archie Carr lamentou: “Um dos aspectos decepcionantes da documentação fóssil da história dos vertebrados é o fato de pouco revelar acerca dos primórdios da evolução dos répteis, quando estava se desenvolvendo o ovo dotado de casca.”

O Abismo Entre Répteis e Aves-Lecomte du Noüy, evolucionista francês, disse a respeito da crença de que as aves de sangue quente procediam dos répteis de sangue frio: “Nisso se encontra, hoje, um dos maiores enigmas da evolução.”

O Abismo Entre Répteis e Mamíferos-Entre outras diferenças discrepantes , a evidência óssea, Dobzhansky comentou: “Esta mudança, por mínima que pareça, tornou necessárias amplas alterações no esqueleto e na musculatura.” Daí, admitiu outra grande diferença entre os répteis e os mamíferos: “Os mamíferos elaboraram grandemente seus dentes. Em vez de dentes simples, parecidos a cavilhas, dos répteis, existe grande variedade de dentes mamíferos adaptados para beliscar, agarrar, dilacerar, cortar, triturar ou moer alimentos.”

E o homem?

Numa crítica literária sobre The Myths of Human Evolution (Os Mitos da Evolução Humana), escrito pelos evolucionistas Niles Eldredge e Ian Tattersall, a revista Discover (Descobrir) observou que os autores eliminaram qualquer árvore genealógica evolucionista. Por quê? Depois de frisar que “os elos que constituem os ancestrais da espécie humana só podem ser adivinhados”, esta publicação declarava: “Eldredge e Tattersall insistem que o homem procura em vão seus ancestrais. . . . Se houvesse evidência, contendem, ‘poder-se-ia confiantemente esperar que, à medida que se encontrassem fósseis mais hominídeos, a estória da evolução humana se tornasse mais clara. Ao passo que, se algo ocorreu, foi justamente o contrário.’”

Concluiu Discover: “A espécie humana, e todas as espécies, continuarão sendo uma espécie de órfãos, ficando perdida no passado a identidade de seus progenitores.”

Science Digest
também comentou: “A ampla maioria das concepções artísticas baseia-se mais na imaginação do que na evidência. . . . Os artistas precisam criar algo entre o símio e o ser humano; quanto mais antigo se diz que é o espécime, tanto mais simiesco o tornam.”

O caçador de fósseis, Donald Johanson, admitiu: “Ninguém pode estar seguro de qual era exactamente a aparência de qualquer hominídeo extinto"

a revista New Scientist declara agora: “O Ramapithecus não pode ter sido o primeiro membro da linhagem humana.”38 Estas informações novas provocaram a seguinte pergunta incluída na revista Natural History (História Natural): “Como foi que o Ramapithecus, . . . reconstituído apenas à base de dentes e mandíbulas — sem pélvis, ossos dos membros, ou crânio conhecidos — penetrou furtivamente neste desfile em marcha para se tornar homem?”

anatomista Zuckerman: “Quando comparado com os crânios humanos e simiescos, o crânio do Australopithecus tem aparência sobrepujantemente simiesca — e não humana. A proposição contrária poderia ser igualada à asserção de que o preto é branco.” Disse também: “Nossas descobertas deixam pouca dúvida de que . . . o Australopithecus se assemelha, não ao Homo sapiens, mas a macacos e símios vivos.” Donald Johanson também disse: “Os australopitecos . . . não eram homens.”Similarmente, Richard Leakey considerou “improvável que nossos ancestrais directos sejam descendentes evolucionários dos australopitecos”.

O homem de Neanderthal (assim chamado por causa do distrito de Neander, na Alemanha, onde foi descoberto seu primeiro fóssil) era indubitavelmente humano. De início, foi representado como encurvado, de aspecto atoleimado, peludo e simiesco. Agora se sabe que esta reconstituição errônea se baseava num esqueleto fóssil terrivelmente deformado pela doença. Desde então, encontraram-se muitos fósseis neandertalenses, confirmando que não diferia muito dos humanos modernos. Em seu livro Ice (Gelo), declarou Fred Hoyle: “Não existe evidência de que o homem de Neanderthal fosse, em qualquer sentido, inferior a nós mesmos.”

resumo: Quaisquer criaturas simiescas que viveram no passado eram exactamente isso — símios, ou macacos — e não humanos. E os fósseis de antigos humanos que diferem ligeiramente dos humanos da actualidade simplesmente demonstram a variedade que existe na família humana, assim como, actualmente, dispomos de muitas variedades que vivem lado a lado. Há humanos de uns 2,10 metros de altura e há pigmeus, com variados tamanhos e formatos de esqueletos. Mas, todos pertencem à mesma “espécie” humana, e não a uma “espécie” animal.
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MensagemAssunto: Re: criação ou evolução?   criação ou evolução? EmptyQui Ago 12, 2010 2:27 pm

E que dizer do universo?

a revista Scientific American, de janeiro de 1999: “A teoria do big-bang não descreve o nascimento do Universo.” E acrescentou: “Para explicar a criação original do Universo será preciso outra teoria que descreva até mesmo épocas anteriores.”

“Quase todas as discussões recentes sobre a origem do universo se baseiam na teoria da Grande Explosão”, observa Francis Crick. Jastrow se refere a esta “explosão” cósmica como “literalmente o momento da criação”. Mas, como admitiu o astrofísico John Gribbin na revista New Scientist (Novo Cientista), embora os cientistas “afirmem, na maior parte, poder descrever em grandes pormenores” o que aconteceu depois deste “momento”, o que produziu “o instante da criação continua sendo um mistério”. E, cogita ele, “talvez Deus o tenha feito, afinal das contas”.

O famoso físico Fred Hoyle reconheceu: “O consenso na interpretação dos fatos sugere que um superintelecto mexeu com física, e também com química e biologia, e que na natureza não existem forças cegas dignas de menção. Os valores obtidos dos fatos parecem-me tão sobrepujantes que tornam essa conclusão [de que existe um superintelecto] quase irrefutável.”

Curiosamente, quando a era da investigação científica no sentido moderno estava apenas começando, Sir Isaac Newton chegou a conclusões similares. Ele foi induzido por suas descobertas a escrever: “Esse belíssimo sistema do Sol, dos planetas e dos cometas poderia apenas proceder do propósito e do domínio de um Ser inteligente e poderoso.”

Um artigo em Scientific American observa: “Ao examinarmos o universo e identificarmos os muitos acasos da física e da astronomia que operaram juntos para nosso proveito, parece quase como se o universo tivesse, em algum sentido, sabido que nós viríamos.”

Um artigo no jornal The Orange County Register, de 8 de Janeiro de 1995, alistou algumas dessas constantes. Frisou a fina sintonização que tem de existir entre esses componentes, declarando: “Os valores quantitativos de muitas constantes físicas básicas que definem o Universo — por exemplo, a carga de um eléctron, a velocidade fixa da luz ou o coeficiente de energia de forças fundamentais na natureza — são espectacularmente precisos, alguns até a 120 casas decimais. O desenvolvimento de um Universo que gera vida é extremamente sensível a essas especificações. A menor variação — um nanosegundo aqui, um angstrom ali — e o Universo pode muito bem morrer e ficar estéril.”
Daí, o autor do artigo disse algo que não é comum dizer: “Parece mais razoável presumir que alguma misteriosa propensão se esconde dentro do processo, talvez na acção de um poder inteligente e proposital que ajustou com precisão o Universo em preparação da nossa chegada.”

que dizer do sistema solar, uma ínfima parte de um extenso universo?
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MensagemAssunto: Re: criação ou evolução?   criação ou evolução? EmptySex Ago 13, 2010 10:02 am

Quanto mais os cientistas aprendem a respeito de outros planetas do nosso sistema solar e a respeito do universo como um todo, tanto mais compreendem quão eficientemente a nossa terra está projectada para a vida.

Entre as muitas condições precisas que são vitais à vida na Terra acha-se a quantidade de luz e de calor recebida do sol. A Terra obtém apenas ínfima fração da energia solar. Todavia, trata-se exatamente da quantidade certa, exigida para a sustentação da vida. Isto ocorre porque a Terra se encontra precisamente à distância exata do sol — a média de 150.000.000 de quilômetros. Caso a Terra estivesse muito mais próxima ou mais distante dele, as temperaturas seriam ou quentes ou gélidas demais para haver vida.

A Terra, ao percorrer sua órbita anual em torno do sol, move-se a uma velocidade de uns 107.000 quilómetros horários. Tal velocidade é exactamente a necessária para contrabalançar a atracção gravitacional do sol e situar a Terra na distância apropriada. Se tal velocidade fosse diminuída, a Terra seria atraída pelo sol. Com o tempo, a Terra tornar-se-ia um deserto tórrido como Mercúrio, o planeta mais próximo do sol. A temperatura diurna de Mercúrio excede os 315 graus centígrados. Entretanto, se a velocidade orbital da Terra aumentasse, ela se afastaria mais do sol e poderia tornar-se um deserto gelado como Plutão, planeta cuja órbita é a mais distante do sol. A temperatura de Plutão é de cerca de 185 graus centígrados abaixo de zero.

Um grupo de 30 cientistas que compareceu a uma reunião na Universidade de Maryland, E.U.A., a respeito de civilizações adiantadas, focaram o que é necessário para sustentar a vida. Após admitirem que ‘nenhum planeta fora do sistema solar foi até agora descoberto’, observaram: “Mesmo se outro sistema planetário viesse a se formar, não há certeza de que produziria um planeta sólido como a Terra, que contém aproximadamente 100 elementos, incluindo os essenciais à vida.”

O livro The World We Live In (O Mundo em Que Vivemos) observa: “Apesar de toda a sua complexidade, o sistema solar também revela ordem e harmonia tais que deixam impressionados os cientistas que contemplam as leis que governam os movimentos dos céus.”

Einstein escreveu: “Os sentimentos religiosos dos cientistas assumem a forma de arrebatadora surpresa diante da harmonia da lei Natural, que revela uma Inteligência de tamanha superioridade que, comparada a ela, todo o modo de pensar e de agir sistemáticos dos seres humanos torna-se completa reflexão insignificante.”

O biólogo Cecil Hamann concluiu: “Da gota de água vista pelo microscópio até a estrela distante vista pelo telescópio, quedo-me admirado com a exacta ordem que observo — tão exacta que foram formuladas leis para expressar sua coerência . . . Em alguma parte, por trás de toda esta ordem, tem de haver um Ser Supremo, pois não pode haver ordem nem leis sem Mente Suprema.”

Um professor de matemática da Universidade de Cambridge, P. Dirac, escreveu em Scientific American: “parece ser uma das características fundamentais da natureza que as leis físicas fundamentais são descritas em termos duma teoria matemática de grande beleza e poder, precisando-se bem de alto padrão de matemática para compreendê-las. . . . Poder-se-ia talvez descrever a situação por dizer que Deus é um matemático da mais elevada ordem, e ele usou matemática muitíssimo avançada ao construir o universo.”

A Terra se beneficia de um remoto, porém gigante, protector — o planeta Júpiter. Mais de mil vezes maior do que a Terra, Júpiter exerce uma tremenda influência gravitacional. O resultado? Ele absorve ou desvia objectos que cruzam o espaço. Os cientistas calculam que, se não fosse Júpiter, a chuva de projécteis maciços que atingem a Terra seria 10.000 vezes maior do que é no presente. Mais perto, a Terra é abençoada com um satélite incomum — a Lua. Mais do que um ornamento e fonte de “luz nocturna”, a Lua mantém a Terra numa inclinação constante e firme. Essa inclinação produz aqui estações previsíveis e estáveis — outro factor importante que favorece a vida.

À medida que a Terra gira em torno de seu eixo, ela se inclina 23,5 graus em relação ao sol. Caso a Terra não fosse inclinada, não haveria mudança de estações. O clima seria o mesmo todo o tempo. Ao passo que isto não tornaria impossível a vida, torná-la-ia menos interessante e alteraria de forma drástica os actuais ciclos de colheitas em muitos lugares. Caso a Terra fosse muito mais inclinada, haveria Verões extremamente quentes e Invernos insuportavelmente frios. Mas a inclinação de 23,5 graus enseja a mudança deleitosa de estações, com sua pitoresca variedade. Em muitas partes da Terra, há primaveras revigorantes, em que as plantas e as árvores despertam e lindas flores desabrocham, Verões quentes que permitem todo tipo de actividades ao ar livre, climas frescos de outonos, com esplendorosa exibição de folhas que mudam de cor, e Invernos com lindas paisagens de montes, de florestas e de campos cobertos de neve.

O Sol emite tanto raios benéficos como mortíferos. Ao atingirem a parte superior da atmosfera, os raios letais transformam o oxigénio comum em ozono. A resultante camada de ozono, por sua vez, absorve a maioria desses raios. Assim, nosso planeta tem seu próprio “guarda-chuva” protector.


 Esse é apenas um dos aspectos da atmosfera, uma complexa mistura de gases, ideal para sustentar a vida das criaturas na superfície da Terra ou perto dela. Outra maravilha da atmosfera é o ciclo da água. Todo ano, o sol faz mais de 400.000 quilómetros cúbicos de água evaporar dos oceanos e mares da Terra. Essas águas formam nuvens, que os ventos atmosféricos espalham por toda a parte. Depois, filtradas e purificadas, elas caem como chuva, neve ou gelo, reabastecendo os suprimentos de água. É exactamente como diz Eclesiastes 1:7: “Todas as torrentes hibernais correm para o mar, contudo, o próprio mar não está cheio. Ao lugar de onde correm as torrentes hibernais, para lá elas voltam a fim de sair correndo.” Somente Jeová poderia ter accionado tal ciclo.

Um de tais gases é o oxigénio, que compõe 21 por cento do ar que respiramos. Sem ele, os humanos e os animais morreriam em questão de minutos. Mas, oxigénio demais poria em risco nossa existência. Por quê? O oxigénio puro torna-se tóxico, se inalado por muito tempo. Ademais, quanto mais oxigénio existir, tanto mais facilmente as coisas se queimam. Se houvesse oxigénio demais na atmosfera, os materiais combustíveis se tornariam altamente inflamáveis. Poderiam irromper com facilidade incêndios, e seriam difíceis de controlar. Sabiamente, o oxigénio acha-se diluído com outros gases, especialmente o nitrogénio, que constitui 78 por cento da atmosfera. O nitrogénio, porém, é muito mais do que um simples diluente. Nas trovoadas, milhões de relâmpagos se sucedem em toda a Terra, a cada dia. Estes relâmpagos fazem com que certa dosagem de nitrogénio se combine com o oxigénio. Os compostos produzidos são transportados para a Terra pela chuva, e as plantas os utilizam como fertilizante.

 O bióxido de carbono compõe menos de 1 por cento da atmosfera. Que bem resulta de tão pequena quantidade? Sem ele, a vida vegetal pereceria. Essa quantidade reduzida é a que as plantas carecem para inalar, liberando, em troca, o oxigénio. Os humanos e os animais inalam oxigénio e exalam bióxido de carbono. Crescente percentagem de bióxido de carbono na atmosfera tenderia a ser prejudicial aos humanos e aos animais. Decrescente percentagem não poderia sustentar a vida vegetal. Que ciclo maravilhoso, preciso e auto-sustentável foi programado para a vida vegetal, animal e humana!


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MensagemAssunto: Re: criação ou evolução?   criação ou evolução? EmptySex Ago 13, 2010 11:49 am

Resumo...

Muitos dos especialistas em vários departamentos científicos concluem que tudo isto dificilmente poderia ser obra do acaso não-dirigido. Ao invés, observam a marca inequívoca de projecto ponderado, inteligente e deliberado em toda a parte.

A origem da vida proclama: Criação! Os fósseis proclamam: Criação! As mutações proclamam: Criação! A lacuna entre o homem e o animal mais chegado brada: Criação! É a criação, não a evolução, que se ajusta aos fatos científicos!
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MensagemAssunto: Re: criação ou evolução?   criação ou evolução? EmptySeg Ago 23, 2010 6:03 am

Evolução — fato ou mito?

Por que muitos evolucionistas de destaque insistem que a macroevolução é um fato? Depois de criticar alguns argumentos de Richard Dawkins, o influente evolucionista Richard Lewontin escreveu que muitos cientistas estão dispostos a aceitar argumentos que vão contra o bom senso “porque já assumimos outro compromisso, um compromisso com o materialismo”. Muitos cientistas até mesmo recusam-se a considerar a possibilidade de um Projectista inteligente porque, conforme escreve Lewontin, “não podemos permitir que a ciência abra a porta à idéia de um Deus”.

Nesse respeito, o sociólogo Rodney Stark é citado na revista Scientific American como tendo dito: “Há 200 anos tem sido propagada a idéia de que se você quer ser um cientista então tem de manter a mente livre dos grilhões da religião.” Ele observou ainda que nas universidades de pesquisa “os religiosos ficam de boca fechada” enquanto “os que não têm religião promovem a discriminação”. De acordo com Stark, “existe um sistema de recompensas para os que não são religiosos nos altos escalões [da comunidade científica]”.

Para aceitar o ensino da macroevolução como verdade, você tem de acreditar que os cientistas agnósticos e ateus não se deixam influenciar por suas crenças pessoais ao interpretar as descobertas científicas. Tem de acreditar que as mutações e a selecção natural produziram todas as complexas formas de vida, ainda que em um século de pesquisa, o estudo de biliões de mutações tenha mostrado que essas não transformaram nem mesmo uma espécie bem definida em outra completamente nova. Tem de acreditar que todas as criaturas evoluíram de forma gradual de um ancestral comum, apesar de o registo fóssil indicar de modo contundente que as principais espécies de plantas e animais surgiram de repente e não evoluíram para outras, mesmo ao longo de incontáveis eras. Acha que esse tipo de crença parece se basear em fatos, ou em mitos?
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