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 livro de romanos

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são vieira



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MensagemAssunto: livro de romanos   livro de romanos EmptyQui Set 24, 2009 3:38 pm

O livro de Romanos apresenta base lógica para se crer em Deus, declarando que “as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade”. Mais do que isto, passa a exaltar a justiça de Deus e a dar a conhecer a Sua grande misericórdia e benignidade imerecida. Isto é belamente trazido à nossa atenção mediante a ilustração da oliveira, em que os ramos bravos são enxertados, ao passo que os ramos naturais são cortados. Contemplando esta severidade e benignidade de Deus, Paulo exclama: “Ó profundidade das riquezas, e da sabedoria, e do conhecimento de Deus! Quão inescrutáveis são os seus julgamentos e além de pesquisa são os seus caminhos!” — 1:20; 11:33.

 É neste respeito que o livro de Romanos explica o desenvolvimento adicional do segredo sagrado de Deus. Na congregação cristã, não há mais distinção entre judeu e gentio, mas pessoas de todas as nações podem participar da benignidade imerecida de Jeová por meio de Jesus Cristo. “Com Deus não há parcialidade.” “Judeu é aquele que o é no íntimo, e a sua circuncisão é a do coração, por espírito, e não por um código escrito.” “Não há distinção entre judeu e grego, porque há o mesmo Senhor sobre todos, que é rico para com todos os que o invocam.” É mediante a fé, e não mediante obras, que todos estes são declarados justos. — 2:11, 29; 10:12; 3:28.

 Os conselhos práticos contidos nesta carta aos cristãos em Roma são igualmente proveitosos para os cristãos hoje que têm de enfrentar problemas similares num mundo estranho. Os cristãos são exortados a ser “pacíficos para com todos os homens”, incluindo os de fora da congregação. Toda alma precisa estar “sujeita às autoridades superiores”, pois estas constituem um arranjo de Deus e são objeto de temor, não para os que cumprem a lei, mas para os que fazem obras más. Os cristãos precisam estar em sujeição e acatar a lei, não só por causa do temor do castigo, mas por causa da consciência cristã, pagando, por conseguinte, seus impostos, rendendo o que é devido, cumprindo as suas obrigações e não devendo nada a ninguém, ‘exceto que amem uns aos outros’. O amor cumpre a Lei. — 12:17-21; 13:1-10.

Paulo dá ênfase à questão do testemunho público. Ao passo que é com o coração que a pessoa exerce fé para a justiça, é com a boca que faz declaração pública para a salvação. “Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.” Mas, para que isto ocorra, é necessário que os pregadores saiam a ‘declarar boas novas de coisas boas’. Somos felizes se estivermos entre estes pregadores, cujo som já foi ouvido agora “até às extremidades da terra habitada”! (10:13, 15, 18) E em preparação desta obra de pregação, esforcemo-nos em estar tão familiarizados com as Escrituras inspiradas quanto Paulo estava, pois, nesta única passagem (10:11-21), ele cita vez após vez das Escrituras Hebraicas. (Isa. 28:16; Joel 2:32; Isa. 52:7; 53:1; Sal. 19:4; Deut. 32:21; Isa. 65:1, 2) Bem podia ele dizer: “Todas as coisas escritas outrora foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança.” — Rom. 15:4.

Conselhos maravilhosamente práticos são dados sobre as relações dentro da congregação cristã. Qualquer que seja a sua nacionalidade, raça ou condição social anterior, todos precisam reformar a mente para prestar a Deus serviço sagrado segundo a sua “boa, e aceitável, e perfeita vontade”. (11:17-22; 12:1, 2) Que raciocínio prático permeia todos os conselhos de Paulo em Romanos 12:3-16! Acha-se aqui, deveras, excelente admoestação para nos incitar a suscitar zelo, e para incentivar humildade e terna afeição entre todos os da congregação cristã. Nos capítulos finais, Paulo dá forte admoestação sobre vigiar e evitar os que causam divisões, mas fala também da alegria e do revigoramento mútuos resultantes das associações limpas na congregação. — 16:17-19; 15:7, 32.

 Como cristãos, precisamos continuar a cuidar das nossas relações uns com os outros. “Pois o reino de Deus não significa comer e beber, mas significa justiça, e paz, e alegria com espírito santo.” (14:17) Tal justiça, paz e alegria são especialmente o quinhão dos “co-herdeiros de Cristo”, que hão de ser “glorificados juntamente” com ele no Reino celestial. Seja notado, também, como Romanos apresenta um passo adicional em cumprimento da promessa do Reino, feita no Éden, ao dizer: “O Deus que dá paz . . . esmagará em breve a Satanás debaixo dos vossos pés.” (Rom. 8:17; 16:20; Gên. 3:15) Acreditando nestas grandes verdades, continuemos a estar cheios de toda a alegria e paz, e abundemos em esperança. Que a nossa determinação seja a de sermos vitoriosos, junto com a Semente do Reino, pois estamos convencidos de que nada no céu acima ou na terra embaixo “nem qualquer outra criação será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. — Rom. 8:39; 15:13.
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